quarta-feira, 4 de julho de 2012

A Fé do Elder Randall Ellsworth


Durante um terremoto, o edifício no qual estava Elder  Randall Ellsworth, missionário de tempo integral de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias desmoronou sobre ele. Uma Autoridade Geral descreveu a experiência:
“(Ele ficou) preso aos escombros cerca de doze horas. Encontrava-se paralisado da cintura para baixo, sem as funções renais e sem esperança de que voltasse a andar. (…)
Foi levado de avião para (…) Maryland e (…) entrevistado no hospital por um repórter de televisão, que lhe disse: ‘Os médicos afirmam que você jamais vai andar novamente. O que acha, Élder Ellsworth?’ Ele respondeu: ‘Eu não apenas vou andar novamente, mas também recebi um chamado de um profeta para servir como missionário na Guatemala, e voltarei à Guatemala para completar essa missão.’(…)
Ele fez em dobro os exercícios prescritos pelos médicos. Exerceu sua fé. Recebeu uma bênção do sacerdócio, e sua recuperação foi milagrosa, surpreendendo os médicos e especialistas. Logo conseguiu ficar de pé. Depois, conseguiu andar com muletas, e os médicos disseram-lhe: ‘Você pode retornar ao campo missionário, se a Igreja permitir.’ Ele foi. Enviamo-lo à Guatemala. Ele retornou à terra para a qual havia sido chamado, ao povo que ele tanto amava.
Caminhando com uma bengala em cada mão, ele cumpria integralmente seu horário. Certo dia, (seu presidente de missão) olhou para ele e disse: ‘Élder Ellsworth, com a fé que possui, por que não joga fora essas bengalas e anda?’ E Élder Ellsworth respodeu: ‘Se você tem tanta fé em mim, (pegue as bengalas).’ O Élder Ellsworth jamais usou bengalas novamente.” (Thomas S. Monson, citado por Marion G. Romney, A Liahona, fevereiro de 1978, p. 57.)
O Élder Ellsworth não poderia depositar sua fé nos médicos ou mesmo na capacidade de seu próprio corpo de curar-se. Somente sua fé em Jesus Cristo poderia salvá-lo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

UM DOMINGO NO VIETNÃ




O seguinte relato foi escrito por Roger McLaughlin, membro d`A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e médico que serviu na Força Aérea dos Estados Unidos da América, na Guera do Vietnã. Roger e seu amigo Don, tinham saído para fazer algumas verificações, enquanto Tracy, outro de seus amigos, cuidava de seus afazeres, que consistian em ajudar a preparar os cadáveres dos soldados mortos para serem embarcados para os Estados Unidos.
“Entramos por aquela porta, numa enorme sala, onde Tracy estava trabalhando. Um forte odor de desinfetantes químicos empregnava o frescor do ambiente”.
“Tracy estava em pé, ao lado de um corpo quase, deitado em uma das mesas frias de metal. Havia mais oito corpos, em outras mesas semelhantes. Alguns deles ainda estavam vestidos com uniformes encharcados de lama e sangue. Outros estavam nus, com apenas uma toalha no corpo. À sala estava bem iluminada, e não dava impressão de estar-se num necrotério, exceto pela presença de corpos”.
“Tracy olhou para nós e sorriu: Ei rapazes, o que estão fazendo aqui?” Nós sorrimos também e lhes falamos a respeito das jaquetas que iríamos mandar fazer. Seu rosto iluminou-se e ele se nos certificou de que desejava uma também, mas que não poderia ir, até que terminasse de limpar os corpos...
“Eu e Don pegamos os desinfetantes, trapos e passamos a trabalhar com a vítima que se encontrava mais proxíma. Enquanto isso, conversamos a respeito da guerra em geral, e de como esses jovens haviam sido mortos.
“Primeiro, tiramos-lhes os uniformes, lavamos e esfregamos seus corpos com um desinfetantes verde e grosso, depois enxaguamos com água limpa e os enxugamos. Trabalhamos em três e conversando, não levou muito tempo para limparmos todos”.
“Depois, então, Tracy pegou os longos e pesados sacos pretos para colocar os corpos. Pusemos um saco ao lado de um cadáver, colocamo-lo dentro, juntamente com os pertences dos soldados. Deixamos os sacos abertos, uma vez que o sargento teria de inspecioná-los, terminar os papéis e fechar pessoalmente cada saco”.
“Quando estávamos quase para terminar, eu e Tracy começamos a limpar  as mesas e o chão, enquanto Don fazia uma inspeção final.
“Já estavamos para sair, quando Don perguntou: Ei, é verdade que certas funções do corpo de uma pessoa continuam a trabalhar, de alguma forma, mesmo depois de morta?” Olhei para ele e disse: Bem, ouvi dizer que os cabelos continuam crescendo durante algumas horas, mas na realidade, não é assim perceptível. A mente pode funcionar por alguns minutos, depois que o coração pára, mas acho que isso é tudo. Por que?
“Bem, o que você diz a respeito das grândulas lacrimais? Podem funcionar após a morte?
“Nunca ouvi falar de coisa semelhante, embora ache possível... Mas, por que todas essas perguntas?
“Bem, pensei que houvéssemos deixado um pouco de água nos olhos deste rapaz, ao enxuguá-lo, mas já enxaguei duas vezes, e a água continua escorrer. Acho que ele está chorando.”
“Eu e Tracy levantamos e dirigi-mos até o corpo. Ao olharmos o rosto do jovem que deveria ter dezoito anos de idade, e que fora atingido por uma granada, vimos uma única lágrima escorrer do canto do olho, até chegar à orelha.
“Esse homem está vivo, murmurei. A reação foi imediata, como se já houvéssemos feito aquilo uma centena de vezes. Don apanhou as chaves da ambulância e abriu a porta para nós, enquanto levávamos o corpo para fora. Colocamo-lo na padiola e, com Don dirigindo, encaminhamo-nos ao 71º  Hospital de Evacuação. A sirene tocava, anunciando nossa passagem.
“Enquanto a ambulância avançava aos solavancos, Tracy enxugou uma outra lágrima do rosto do rapaz. Olhei a chapa de identidade, para verificar o nome do jovem, pois queria dar-lhe uma benção. Notei, então, bem embaixo da chapa três pequenas letras: SUD. Coloquei as mãos sobre a sua cabeça e murmurei uma oração quase inaudível: Pela autoridade do Sacerdócio de Melquisedeque, que possuo, e pelo poder de Jesus Cristo, ordeno-lhe que permaneça vivo até que possamos conseguir os medicamentos necessários para salvar sua vida.
“Tracy, olhou para mim e enxugou uma lágrima de seus próprios olhos, esboçou um sorriso grato, e baixou a cabeça em oração silenciosa.
“A sirene e nós cruzamos a rua asfaltada, em direção as portas do Hospital. Os médicos do Exército ajudaram a retirar o Soldado da ambulância e levá-lo para a sala de emergência. Dois Outros médicos começaram a fazer perguntas e dissemo-lhes tudo que sabíamos. Depois, retiraram-se da entrada de emergência sem dizer uma palavra, e nós ficamos sentados do lado de fora, num banco de madeira, por mais de duas horas.
“Discutíamos ainda sobre se devíamos ou não sair, para ver o negócio das camisetas, quando um dos médicos apareceu, vindo em nossa direção. Ele parou e disse: “Alegro-me de que tenham esperado, foram as suas primeiras palavras, Quero-lhes relatar um milagre que acaba de acontecer. Aquele rapaz que está lá dentro, de acordo com todos os critérios médicos, deveria estar morto. Foi ferido em nove lugares. Já havia perdido tanto sangue, que não sangrava mais.
“O caração estava tão fraco que, não se podia ouvir nem uma batida ou sentir a sua pulsação. Estava tão fraco, que não se podia perceber que respirava. Achava-se legalmente morto, mas na realidade estava vivo.
“Estava tão fraco, que não podia mover-se ou falar, e por isso permaneceu naquela cama do necritério, e chorou. Ele teve muita sorte de vocês notarem suas lágrimas, pois do contrário teria morrido logo. Para dizer a verdade, deveria ter morrido, mesmo depois de vocês terem trazido aqui.
Embora-lhe tivéssimos dado mais de dois litros de sangue, e tratado suas feridas da melhor maneira possível. Ainda tinha forças para recuperar-se, mas finalmente conseguiu. “O médico fez uma pausa, e depois olhou bem para nós. Durante os quinze meses que tenho trabalhado aqui no Vietnã, nunca vi um milagre assim. Ao falar, olhava para o chão. “Querem saber de uma coisa? Aquele soldado jovem soldado olhou para mim, há alguns minutos, deu um sorriso muito fraco e disse: “Sacerdócio”. O que vocês acham que ele queria dizer com isso? E, sem esperar a resposta, o médico voltou-se e passou vagarosamente pelas portas abertas do Hospital.
“Agora que me encontro aqui, exposto ao sol, sei que um dia voltarei e explicarei tudo ao médico. Mas, no momento quero apenas descansar e desfrutar da alegria  haver participado de um milagre nos dias modernos”. (Roger McLaughlin, “Um Domingo no Vietnã”, A Liahona, agosto de 1971, p. 24.)
 VALDIR S MALAGUETA

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Anotações para uma reedição da história universal da infâmia


PUBLICADO NA VEJA,  10 DE NOVEMBRO DE 2009

Em novembro de 1984, por não enxergar diferenças entre Paulo Maluf e Tancredo Neves, o Partido dos Trabalhadores optou pela abstenção no Colégio Eleitoral que escolheria o primeiro presidente civil depois do ciclo dos generais. Em janeiro de 1985, por entenderem que não se tratava de um confronto entre iguais, três parlamentares do PT ─ Airton Soares, José Eudes e Bete Mendes ─ votaram em Tancredo. Foram expulsos pela direção.
Em 1988, num discurso em Aracaju, o deputado federal Luiz Inácio Lula da Silva qualificou o presidente José Sarney de “o grande ladrão da Nova República”. No mesmo ano, a bancada do PT na Constituinte rejeitou o texto da nova Constituição.
Em 1989, derrotados no primeiro turno da eleição presidencial, Ulysses Guimarães, candidato do PMDB, e Mário Covas, do PSDB, declararam que ficariam ao lado de Lula na batalha final contra Fernando Collor. Imediatamente recusado, o apoio acabou aceito por insistência dos parceiros repudiados. Num comício em frente do estádio do Pacaembu, Ulysses e Covas apareceram no palanque ao lado do candidato do PT. Foram vaiados pela plateia companheira.
Em 1993, a ex-prefeita Luiza Erundina, uma das fundadoras do partido, aceitou o convite do presidente Itamar Franco para assumir o comando de um ministério. Foi expulsa. Em 1994, ainda no governo de Itamar Franco, os parlamentares do PT lutaram com ferocidade para impedir a aprovação do Plano Real. No mesmo ano, transformaram a revogação da providencial mudança de rota na economia numa das bandeiras da campanha presidencial.
Entre o começo de janeiro de 1995 e o fim de dezembro de 2002, a bancada do PT votou contra todos os projetos, medidas e ideias encaminhados ao Legislativo pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Todos, sem exceção. Uma das propostas mais intensamente combatidas foi a que instituiu a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Em janeiro de 1999, mal iniciado o segundo mandato de Fernando Henrique, o deputado Tarso Genro, em nome do PT, propôs a deposição do presidente reeleito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. O lançamento da campanha com o mote “Fora FHC!” foi justificado por acusações, desacompanhadas de provas, que Tarso enfeixou num artigo publicado pela Folha de S. Paulo.Trecho: Hoje, acrescento que o presidente está pessoalmente responsabilizado por amparar um grupo fora da lei, que controla as finanças do Estado e subordina o trabalho e o capital do país ao enriquecimento ilegítimo de uns poucos. Alguns bancos lucraram em janeiro (evidentemente, por ter informações privilegiadas) US$ 1,3 bilhão, valor que não lucraram em todo o ano passado!
O que diriam Tarso, Lula e o resto da companheirada se tal acusação, perfeitamente aplicável ao atual chefe de governo, fosse subscrita por alguém do PSDB, do DEM ou do PPS? Coisa de traidor da pátria, inimigo da nação, gente que aposta no quanto pior, melhor, estariam berrando todos. “Tem gente que torce pra que tudo dê errado”, retomaria Lula a ladainha entoada há quase sete anos.
Faz sentido. Desde a ressurreição da democracia brasileira, a ação do PT oposicionista foi permanentemente orientada por sentimentos menores, miúdos, mesquinhos. É compreensível que os Altos Companheiros acreditem que todos os políticos são movidos pelo mesmo combustível de baixíssima qualidade.
Desfigurado pela metamorfose nauseante, o chefe de governo não teria sossego se o intratável chefe da oposição ainda existisse. O condutor do rebanho não tem semelhanças com o Lula do século passado, mas continua ouvindo o som dos balidos aprovadores. O caçador de gatunos hoje é padroeiro da quadrilha federal. O parlamentar que recusou a conciliação proposta por Tancredo é o presidente que se reconcilia com qualquer abjeção desfrutável. O moralizador da República presidiu e abafou o escândalo incomparável do mensalão.
Mas não admite sequer criticas formuladas sem aspereza pelo antecessor que atacava com virulência. É inveja, Lula deu de gritar agora. O espelho reflete o contrário. Nenhum homem culto prefere ser ignorante, nenhum homem educado sonha com a grosseria, gente honrada não quer conversa com delinquentes.
Lula não esquece que foi derrotado por FHC duas vezes, ambas no primeiro turno. E sabe que o vencedor nunca inveja o vencido.

Por Augusto Nunes

segunda-feira, 4 de junho de 2012

AS MARCAS DE UM HOMEM


Goiânia, 04 de Junho de 2012


         Ao embarcar em meu vôo de Miami para Salt Lake City, parei por um momento para recuperar o fôlego Na parte da frente do avião havia um animado jovem de provavelmente 19 anos, sentado junto aos seus pais. Seu cabelo era curto e suas roupas novas e bem feitas. Seu terno servia perfeitamente e seus sapatos pretos ainda mantinham aquele brilho de loja. Seu corpo em boa forma, seu rosto claro e suas mãos limpas. Em seus olhos eu pude perceber uma expressão nervosa, e seus movimentos era como os de ator em noite de estreia. Obviamente, ele estava voando para Utah, afim de tornar-se um missionário d´A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Sorri ao passar por ele e senti orgulho por pertencer a essa mesma igreja, onde esse jovens rapazes e moças servem ao Salvador voluntariamente por dois anos. Com este sentimento especial, continuei me dirigindo para a parte de trás onde meu assento estava localizado. Ao tomar meu assento, olhei para o lado direito e para minha surpresa, vi outro missionário adormecido no assento ao lado da janela.
 Seu cabelo também estava curto, mas essa era a única semelhança entre os dois. Esse último estava obviamente voltando para casa e eu pude perceber de que tipo missionário ele havia sido. O fato dele já estar adormecido me disse tudo. Parecia que um grande suspiro emanava de seu corpo inteiro. Era como se esta a primeira vez que ele dormia. Ao olhar para seu rosto, pude ver um inchaço abaixo de seus olhos, os lábios ressequidos e o rosto bronzeado do sol escaldante da Florida. Seu terno estava roto e gasto.
Algumas costuras estavam se abrindo e eu notei que alguns pontos haviam sido mal costurados à mão. Vi a plaqueta torta e arranhada declarando o nome da Igreja que ele representava. A gravação estava quase apagada. Vi os joelhos de suas calças gastos, devido às muitas horas de humilde oração.
Uma lagrima veio a meus olhos ao notar as coisas que realmente me diziam o tipo de missionário que ele havia sido. Vi as marcas que fizeram desse garoto, um homem. Seus pés, os dois que o haviam levado de casa em casa, repousando agora ali cansados. Eles estavam cobertos por um par de sapatos gastos e furados. Muito dos rachos no sapato haviam sido engraxados vezes sem conta. Seus livros pousados em seu colo eram suas escrituras- a palavra de Deus. Uma vez novos esses livros que testificam de Jesus Cristo e sua missão estava agora, puídos pelo uso. Suas mãos grandes e fortes, mão que havia sido usadas para abençoar e ensinar, haviam sido usados perfeitamente usadas batendo nas portas. Essas eram de fato, as marcas de um homem, e ao olhar para ele, vi as marcas de um outro homem , o Salvador , quando Ele pendia na cruz pelo pecado do mundo. Seus pés agora, aqueles que haviam uma vez levado pela terra durante seu ministério, estavam agora pregados na cruz. Seu lado estava agora transpassado por uma lança. Suas mãos, as mãos que haviam sido usadas para ordenar seus servos e abençoar os doentes estavam também marcadas pelos cravos. Ao voltar minha mente para o missionário, todo meu corpo parecia expandir-se de alegria porque eu sabia, olhando para ele, que ele servia bem ao mestre. Minha alegria era tão grande, senti vontade de correr para frente do avião e pegar aquele missionário e levá-lo ali atrás para ver no que ele podia se tornar, o que ele poderia fazer. Mas, veria ele as coisas que eu vira? Poderia alguém enxergar as coisas que eu enxerguei? Ou, veria ele apenas a aparência externa daquele poderoso Élder cansado e esgotado? Quando aterrisamos, eu alcancei-o e dei uma batidinha para acordá-lo. Ao acordá-lo, Parecia que nova vida entrava em seu corpo.
 Toda sua constituição física parecia encher-se de energia ao por em pé. Quando ele virou seu rosto para mim, vi uma luz sobre sua face que eu não havia visto antes. Olhei em seus olhos. Aqueles olhos. Nunca esquecerei aqueles olhos. Eram olhos de um líder, seguidor, um servo - um profeta. Eles eram os olhos do Salvador. Nenhuma palavra foi necessária. Ao esvaziar-se o avião, afastei-me para o lado, a fim de deixá-lo ir primeiro. Observei que ele caminhava lento, mas firme, cansado, mas forte. Eu o segui e encontrei-me andando pelo caminho que ele andara. Quando atravessei as portas, vi este jovem nos braços de seus pais, e eu não pude me conter mais. Com lágrimas rolando por minha face, assistir aqueles amorosos pais, cuidar o filho que havia estado longe por curto tempo. E imaginei se nossos pais no céu nos saudarão da mesma forma maneira. Irão eles enlaçar seus abraços em volta de nós e nos fazer bem-vindos ao lar, na volta de nossa jornada na terra? Creio que Eles o farão. Eu só espero que possa estar suficientemente digno para receber tal honra. Tenho certeza de que aquele missionário estará. Fiz uma oração silenciosa, agradecendo ao senhor por missionários como aquele jovem. Acho que nunca me esqueci da alegria e felicidade que me trouxe aquele dia.
Autor Desconhecido.
Formatado por Valdir Malagueta