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sábado, 12 de maio de 2012

Mãe Má


O texto abaixo foi entregue pelo professor de Ética e Cidadania da escola Objectivo/Americana, Sr. Roberto Candelori, a todos os alunos da sala de aula, para que entregassem a seus pais.

A única condição solicitada pelo mesmo foi de que cada aluno ficasse ao lado dos pais até que terminassem a leitura.


“Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:

- Eu amei-vos o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

- Eu amei-vos o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

- Eu amei-vos o suficiente para vos fazer pagar os rebuçados que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e vos fazer dizer ao dono: “Nós tirámos isto ontem e queríamos pagar”.

- Eu amei-vos o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

- Eu amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

- Eu amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas acções, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).

Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má, os meus filhos vão lhes dizer:

“Sim, a nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...As outras crianças comiam doces no café e nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.

Insistia que lhe disséssemos com quem iamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Ela insistia sempre connosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.

E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!

Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.

Enquanto todos podiam voltar tarde tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).

Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência.
- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em actos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como a minha mãe foi. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!

Aquelas que já são mães, que não se culpem, e aquelas que serão, que isso sirva de alerta!
(Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra

Mães Que Sabem


Julie B. Beck 

Presidente Geral da Sociedade de Socorro
Há uma influência e poder eternos na maternidade.
Julie B. BeckNo Livro de Mórmon, lemos a respeito de dois mil rapazes exemplares que eram extremamente valorosos, corajosos e fortes. “Sim, eles eram homens íntegros e sóbrios, pois haviam aprendido a guardar os mandamentos de Deus e a andar retamente perante ele” (Alma 53:21). Aqueles fiéis rapazes prestaram homenagem às mães, dizendo: “Nossas mães [sabiam]” (Alma 56:48). Suponho que a mãe do capitão Morôni, a de Mosias, a de Mórmon e a dos demais grandes líderes também soubessem.
A responsabilidade que as mães têm, hoje em dia, exige mais vigilância que nunca. Mais do que em qualquer outra época da história do mundo, precisamos de mães que saibam. Os filhos nascem em um mundo no qual “não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Efésios 6:12) 1. No entanto, as mães não precisam temer. Se souberem quem elas são, e quem é Deus, e se tiverem feito convênios com Ele, terão grande poder e uma influência positiva sobre os filhos.

Mães Que Sabem, Geram Filhos

As mães que sabem, querem gerar filhos. Embora em muitas culturas do mundo os filhos estejam começando a tornar-se “menos valorizados”2, na cultura do evangelho ainda acreditamos em ter filhos. Os profetas, videntes e reveladores que apoiamos nesta conferência declararam que “o mandamento dado por Deus a Seus filhos, de multiplicarem-se e encherem a Terra, continua em vigor”.3 O Presidente Ezra Taft Benson ensinou que os jovens casais não devem adiar o momento de ter filhos e que “do ponto de vista eterno, são os filhos — não as posses, os cargos ou o prestígio — os nossos maiores tesouros”.4
As filhas fiéis de Deus desejam ter filhos. Nas escrituras, lemos a respeito de Eva (ver Moisés 4:26), Sara (ver Gênesis 17:16), Rebeca (ver Gênesis 24:60) e Maria (ver 1 Néfi 11:13–20), que foram preordenadas para ser mães antes que seus filhos nascessem. Algumas mulheres não recebem a responsabilidade de gerar filhos na mortalidade, mas assim como Ana, do Velho Testamento, que orou fervorosamente por seu filho (ver I Samuel 1:11), a importância que as mulheres dão à maternidade nesta vida, bem como os atributos da maternidade, que alcançarem aqui, surgirão com elas na Ressurreição (ver D&C 130:18). As mulheres que desejam essa bênção na vida e se esforçam por alcançá-la têm a promessa de que a receberão por toda a eternidade, que é muitíssimo mais longa que a mortalidade. Há uma influência e poder eternos na maternidade.

Mães Que Sabem, Honram as Ordenanças e Convênios Sagrados

As mães que sabem, honram as ordenanças e convênios sagrados. Assisti a reuniões sacramentais em alguns dos lugares mais pobres da Terra, onde as mães vestiam, com muito esmero, sua melhor roupa de domingo, embora tivessem de caminhar muitos quilômetros por ruas empoeiradas e utilizar transportes públicos muito precários. Levavam as filhas vestidas com roupas limpas e bem passadas, com o cabelo bem penteado; os filhos vestiam camisa branca e gravata, com corte de cabelo no estilo missionário. Aquelas mães sabiam que estavam indo para uma reunião sacramental, em que convênios seriam renovados. Elas tinham feito convênios no templo e os honravam. Sabiam que, se não estivessem encaminhando seus filhos para o templo, não os estariam encaminhando para as metas eternas desejadas. Aquelas mães tinham influência e poder.

Mães Que Sabem, Nutrem

As mães que sabem, nutrem os filhos. Essa é sua tarefa e seu papel especial no plano de felicidade.5 Nutrir significa cultivar, cuidar e fazer crescer. Portanto, as mães que sabem, criam o ambiente propício para o crescimento espiritual e material dentro do lar. Outra tradução para nutrir são os afazeres domésticos, que incluem cozinhar, lavar as roupas e a louça, manter o lar em ordem. É no lar que as mulheres têm maior poder e influência; portanto, as mulheres da Igreja devem ser as melhores donas-de-casa do mundo. Trabalhar ao lado das crianças nos afazeres domésticos cria oportunidades para ensinar e moldar qualidades que os filhos e filhas devem imitar. As mães que nutrem são instruídas, mas toda a instrução que as mulheres adquirem de nada vale, se não souberem fazer do lar um ambiente propício ao crescimento espiritual. O crescimento ocorre melhor numa “casa de ordem”, e as mulheres devem fazer da casa do Senhor o padrão para seu próprio lar (ver D&C 109). A nutrição exige organização, paciência, amor e trabalho. Ajudar no crescimento por meio da nutrição é um papel realmente poderoso e importante concedido às mulheres.

Mães Que Sabem, São Líderes

As mães que sabem, são líderes. Sendo parceiras iguais aos maridos, as mães lideram uma grande organização eterna. Essas mães planejam o futuro da sua organização. Fazem planos para a missão, o casamento no templo e os estudos dos filhos. Fazem planos para a oração, o estudo das escrituras e a reunião da noite familiar. As mães que sabem, criam seus filhos para que se tornem futuros líderes e são um grande exemplo de liderança. Não abandonam seus planos, cedendo às pressões sociais e modelos mundanos de criação dos filhos. Essas sábias mães que sabem são seletivas em relação às próprias atividades e envolvimentos, para que conservem suas forças limitadas de modo a exercer ao máximo sua influência nas coisas mais importantes.

Mães Que Sabem, São Professoras

As mães que sabem, são professoras. Como não são babás contratadas, nunca tiram folga. Uma amiga muito instruída me disse que não aprendeu nada na igreja que já não tivesse aprendido em casa. Seus pais usavam o estudo das escrituras em família, a oração familiar, a reunião da noite familiar, a hora da refeição e outras reuniões para ensinar. Pensem na força de nosso futuro exército de missionários, se as mães considerarem o lar um pré-centro de treinamento missionário. Desse modo, as doutrinas do evangelho ensinadas no CTM seriam uma revisão e não uma revelação. Isso é influência; isso é poder.

Mães Que Sabem, Permitem Menos

As mães que sabem, permitem menos. Permitem menos coisas que não dão frutos na eternidade. Permitem menos entretenimentos da mídia no lar, menos distrações, menos atividades que desviem a atenção dos filhos para longe de casa. As mães que sabem estão dispostas a desfrutar e consumir menos bens materiais para passar mais tempo com os filhos: mais tempo em refeições em família, mais tempo trabalhando juntos, mais tempo lendo juntos, mais tempo conversando, rindo, cantando e servindo de exemplo. Essas mães escolhem cuidadosamente suas atividades e não tentam fazer tudo. Sua meta é preparar a geração vindoura de filhos que levará o evangelho de Jesus Cristo ao mundo inteiro. Sua meta é preparar futuros pais e mães que edificarão o reino do Senhor nos próximos 50 anos. Isso é influência; isso é poder.

Mães Que Sabem, São Firmes e Inamovíveis

Quem vai preparar essa geração justa de filhos e filhas? As mulheres da Igreja farão isso — mulheres que conhecem e amam o Senhor e prestam testemunho Dele; mulheres que permanecem firmes e inamovíveis e não desistem nos momentos de dificuldade ou desânimo. Somos guiados por um inspirado profeta de Deus, que conclamou as mulheres da Igreja a “[permanecerem] firmes e inamovíveis quanto ao que é correto e adequado de acordo com o plano do Senhor”.6 Pediu a elas que “[começassem] por sua própria casa”,7 ensinando aos filhos os caminhos da verdade. As mulheres da Igreja devem ser as melhores do mundo na defesa, nutrição e proteção da família. Tenho plena certeza de que nossas mulheres farão isso, vindo a ser conhecidas como mulheres que “sabiam” (Alma 56:48). Em nome de Jesus Cristo. Amém.

Notas

1. Ver Gordon B. Hinckley, “Permanecer Firmes e Inamovíveis”, Reunião Mundial de Treinamento de Liderança, 10 de janeiro de 2004, p. 21.
2. James E. Faust, “Problemas Que as Famílias Enfrentam”, Reunião Mundial de Treinamento de Liderança, 10 de janeiro de 2004, p. 2.
3. A Família — Proclamação ao MundoA Liahona, outubro de 2004, p. 49.
4. Ezra Taft Benson, To the Mothers in Zion (folheto, 1987), p. 3
5. Ver “A Família — Proclamação ao Mundo”.
6. Gordon B. Hinckley, Reunião Mundial de Treinamento de Liderança, 10 de janeiro de 2004, p. 20.
7. Gordon B. Hinckley, Reunião Mundial de Treinamento de Liderança, 10 de janeiro de 2004, p. 20.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Montanhas para Escalar


PRESIDENTE HENRY B. EYRING

Primeiro Conselheiro na Primeira Presidência


Presidente Henry B. Eyring
Se tivermos fé em Jesus Cristo, os momentos mais difíceis bem como os mais fáceis da vida podem ser uma bênção.
Ouvi o Presidente Spencer W. Kimball, em uma sessão de conferência, pedir a Deus que lhe desse montanhas para escalar. Ele disse: “Há grandes desafios a nossa frente, imensas oportunidades por vir. Alegro-me com esse emocionante prospecto e sinto vontade de dizer ao Senhor, com humildade: ‘Dá-me essa montanha’, dá-me esses desafios”.1
Senti o coração tocado por já conhecer alguns desafios e adversidades que ele havia enfrentado. Tive o desejo de ser mais semelhante a ele, um valoroso servo de Deus. Assim, orei uma noite pedindo um teste para provar minha coragem. Lembro-me vividamente. Naquela noite, ajoelhei-me no meu quarto, com uma fé que me enchia o coração a ponto de quase rompê-lo.
Um dia ou dois depois, minha oração foi atendida. Fui surpreendido pela mais dura provação de minha vida que me fez sentir muito humilde. Foi uma lição dupla para mim. Primeiro, recebi uma clara prova de que Deus tinha ouvido e respondido a minha oração. Mas em segundo lugar, comecei a aprender, desde aquela época até hoje, o motivo da confiança que senti naquela noite de que uma grande bênção adviria da adversidade, a ponto de compensar qualquer custo.
A adversidade que me sobreveio naquele dia distante parece-me hoje minúscula comparada ao que ocorreu desde aquele momento, a mim e a meus entes queridos. Muitos de vocês enfrentam hoje provações físicas, mentais e emocionais que podem fazê-los clamar, tal como um grande e fiel servo de Deus que conheci muito bem. Sua enfermeira o ouviu exclamar em seu leito de dor: “Se eu procurei ser bom durante toda a minha vida, por que isso aconteceu comigo?”
Vocês sabem como o Senhor respondeu a uma pergunta igual a essa feita pelo Profeta Joseph Smith em sua cela de prisão:
“E se fores lançado na cova ou nas mãos de assassinos e receberes sentença de morte; se fores lançado no abismo; se vagas encapeladas conspirarem contra ti; se ventos furiosos se tornarem teus inimigos; se os céus se cobrirem de escuridão e todos os elementos se unirem para obstruir o caminho; e, acima de tudo, se as próprias mandíbulas do inferno escancararem a boca para tragar-te, sabe, meu filho, que todas essas coisas te servirão de experiência e serão para o teu bem.
O Filho do Homem desceu abaixo de todas elas. És tu maior do que ele?
Portanto persevera em teu caminho e o sacerdócio permanecerá contigo; pois os limites deles estão determinados e não podem ultrapassá-los. Teus dias são conhecidos e teus anos não serão diminuídos; portanto não temas o que o homem possa fazer, pois Deus estará contigo para todo o sempre.”2
Parece-me não haver melhor resposta para a pergunta de “por que ocorrem provações” e “o que devemos fazer” do que as palavras do próprio Senhor, que, por nossa causa, passou por provações mais terríveis do que podemos imaginar.
Devem lembrar Suas palavras quando nos aconselhou a arrepender-nos por causa da fé que temos Nele:
“Portanto ordeno que te arrependasarrepende-te, para que eu não te fira com a vara de minha boca e com minha ira e com minha cólera e teus sofrimentos sejam dolorosos—quão dolorosos tu não sabes, quão intensos tu não sabes, sim, quão difíceis de suportar tu não sabes.
Pois eis que eu, Deus, sofri essas coisas por todos, para que não precisem sofrer caso se arrependam;
Mas se não se arrependerem, terão que sofrer assim como eu sofri;
Sofrimento que fez com que eu, Deus, o mais grandioso de todos, tremesse de dor e sangrasse por todos os poros; e sofresse, tanto no corpo como no espírito—e desejasse não ter de beber a amarga taça e recuar—
Todavia, glória seja para o Pai; eu bebi e terminei meus preparativos para os filhos dos homens.”3
Temos fé no fato de que a maneira de erguer-nos em meio e acima das provações é acreditar que há um “bálsamo em Gileade”4 e que o Senhor nos prometeu, dizendo: “[Não] te desampararei”.5 Foi isso que o Presidente Thomas S. Monson ensinou para ajudar a nós e aqueles a quem servimos nas provações aparentemente solitárias e avassaladoras.6
Mas o Presidente Monson também ensinou sabiamente que um alicerce de fé na realidade dessas promessas leva tempo para ser edificado. Vocês podem ter visto, assim como eu, a necessidade desse alicerce junto ao leito de alguém prestes a desistir da luta para perseverar até o fim. Se não tivermos um firme alicerce de fé no coração, a capacidade de perseverar desmorona.
Meu propósito hoje é descrever o que sei sobre como podemos estabelecer esse alicerce inabalável. Faço isso com grande humildade, por dois motivos. Primeiro, o que direi pode desanimar alguém que esteja se debatendo em meio à grande adversidade e sentindo que seu alicerce de fé está desmoronando. E segundo, sei que maiores testes, que jamais enfrentei, ainda estão por vir antes do fim da vida. Entretanto, a receita que lhes darei ainda precisa ser testada em minha própria vida ao perseverar até o fim.
Quando jovem, trabalhei com um empreiteiro de obras construindo bases e alicerces para casas novas. No calor do verão, era um trabalho árduo preparar a terra para moldar a fôrma na qual seria despejado cimento para as bases. Não havia máquinas. Usávamos picaretas e pás. A construção de alicerces duradouros para os prédios era um trabalho árduo naquela época.
Também exigia paciência. Depois de cimentar as bases, tínhamos que esperar que secassem. Por mais que quiséssemos prosseguir com a tarefa, esperávamos por muito tempo depois de cimentar o alicerce antes de retirar as fôrmas.
E o que mais me impressionava, como pedreiro iniciante, era o cuidadoso processo de introduzir barras de ferro na fôrma para fortificar o alicerce, algo que me parecia tedioso e demorado.
De modo semelhante, o terreno precisa ser cuidadosamente preparado para que nosso alicerce de fé suporte as tempestades que ocorrerão na vida de todos. Essa sólida base para um alicerce de fé é a integridade pessoal.
Escolher constantemente o certo, sejam quais forem as opções colocadas diante de nós, cria um terreno sólido para amparar nossa fé. Isso pode começar na infância, já que toda alma nasce com a dádiva gratuita do Espírito de Cristo. Com esse Espírito podemos saber quando fizemos o certo perante Deus e quando fizemos algo errado à vista Dele.
Essas escolhas e decisões, centenas na maioria dos dias, preparam o terreno sólido sobre o qual construiremos nosso edifício de fé. A estrutura de ferro em torno da qual será derramada a substância de nossa fé é o evangelho de Jesus Cristo, com todos os seus convênios, suas ordenanças e seus princípios.
Um dos pontos-chave para uma fé duradoura é julgar corretamente o tempo de amadurecimento exigido. É por isso que foi insensato orar tão cedo em minha vida pedindo montanhas mais altas para escalar e maiores testes.
Esse amadurecimento não acontece automaticamente com o passar dos dias, mas, de fato, exige tempo. O simples fato de ficarmos mais velhos não é o suficiente. É o serviço constante prestado a Deus e ao próximo, de todo o coração e alma, que transforma o testemunho da verdade em uma força espiritual inabalável.
Quero encorajar aqueles que estão em meio a duras provações, que sentem que sua fé está fraquejando diante de tribulações implacáveis. As próprias provações podem ser seu meio de fortalecer e, por fim, adquirir uma fé inabalável. Morôni, filho de Mórmon, no Livro de Mórmon, explicou como essa bênção pode acontecer. Ele ensinou a simples e doce verdade de que, quando colocamos em prática mesmo que seja um pequeno broto de fé, isso permite que Deus a faça crescer:
“E agora eu, Morôni, quisera falar algo a respeito dessas coisas. Quisera mostrar ao mundo que fé são coisas que se esperam, mas não se veem; portanto, não disputeis porque não vedes, porque não recebeis testemunho senão depois da prova de vossa fé.
Pois foi pela fé que Cristo apareceu a nossos pais depois de haver ressuscitado dentre os mortos; e ele não apareceu a nossos pais senão depois que nele tiveram fé; portanto foi necessário que alguns nele tivessem fé, porque ele não se mostrou ao mundo.
Mas em virtude da fé dos homens mostrou-se ao mundo e glorificou o nome do Pai; e preparou um caminho pelo qual outros pudessem ser participantes do dom celestial e tivessem esperança de coisas que não viram.
Portanto também vós podeis ter esperança e ser participantes do dom, se tão somente tiverdes fé.”7
Essa partícula de fé mais preciosa que vocês devem proteger e usar o máximo possível é a fé no Senhor Jesus Cristo. Morôni ensinou o poder dessa fé, ao dizer: “Ninguém, em tempo algum, fez milagres antes de exercer fé; portanto, primeiro creram no Filho de Deus”.8
Conversei com uma mulher que recebeu o milagre da força suficiente para suportar perdas inimagináveis apenas com a simples capacidade de repetir sem parar as palavras: “Eu sei que vive meu Senhor”.9 Essa fé e essas palavras de testemunho continuaram com ela em meio à névoa que obscureceu, mas não apagou a lembrança de sua infância.
Fiquei atônito ao saber de outra mulher que perdoou uma pessoa que a prejudicara por muitos anos. Fiquei surpreso e perguntei-lhe por que havia decidido perdoar e esquecer anos de maus-tratos terríveis.
Ela disse serenamente: “Foi a coisa mais difícil que já fiz na vida, mas eu simplesmente sabia que precisava fazê-lo. Por isso o fiz”. Sua fé no fato de que o Salvador a perdoaria, se ela perdoasse as pessoas, preparou-a com um sentimento de paz e esperança, ao enfrentar a morte, poucos meses depois de ter perdoado seu adversário que não se arrependera.
Ela me perguntou: “Quando eu chegar no céu, como será?”
Eu respondi: “O que sei é que pela sua capacidade de exercer fé e de perdoar, será maravilhoso para você”.
Tenho outro incentivo para os que se questionam se sua fé em Jesus Cristo será suficiente para que perseverem bem até o fim. Tive a bênção de conhecer outros dentre vocês que me ouvem agora, quando eram mais jovens, vigorosos e mais talentosos do que a maioria a seu redor, mas que decidiram fazer o que o Salvador teria feito. Usando as muitas bênçãos que receberam, encontraram meios de ajudar e cuidar daqueles que talvez vocês teriam ignorado ou menosprezado do alto de sua posição na vida.
Quando surgirem provações difíceis, a fé para suportá-las bem estará ali, tendo sido edificada, como vocês percebem agora, mas que não perceberam no momento em que vocês colocaram em prática o puro amor de Cristo, servindo e perdoando nosso semelhante, como o Salvador teria feito. Vocês edificam um alicerce de fé amando como o Salvador amou e servindo em nome Dele. Sua fé Nele os levou a realizar atos de caridade que ainda hão de lhes dar esperança.
Nunca é tarde para fortalecer o alicerce da fé. Sempre há tempo. Com fé no Salvador, vocês podem se arrepender e suplicar o perdão. Há alguém que vocês podem perdoar. Há alguém a quem vocês podem agradecer. Há alguém a quem vocês podem servir e elevar. Vocês podem fazer isso onde quer que estejam e por mais solitários e abandonados que se sintam.
Não posso prometer um fim para sua adversidade nesta vida. Não posso garantir que suas provações lhes parecerão durar apenas um momento. Uma das características das provações da vida é que elas parecem fazer o relógio andar mais lentamente e depois dar a impressão de quase parar.
Há motivos para isso. Conhecer essas coisas pode não lhes proporcionar grande consolo, mas pode dar-lhes um sentimento de paciência. Esses motivos provêm todos deste fato: em Seu perfeito amor por vocês, o Pai Celestial e o Salvador querem que vocês estejam aptos a viver com Eles como família para sempre. Somente os que são purificados e se tornam perfeitamente limpos por meio da Expiação de Jesus Cristo podem habitar ali.
Minha mãe lutou contra o câncer por quase dez anos. Os tratamentos, as cirurgias e, por fim, o confinamento ao leito foram algumas de suas provações.
Lembro que meu pai disse ao vê-la dar seus últimos suspiros: “Uma menininha voltou para casa para descansar”.
Um dos oradores de seu funeral foi o Presidente Spencer W. Kimball. Entre os tributos feitos a ela, lembro-me de algo que foi dito: “Alguns de vocês podem achar que Mildred sofreu tanto e por muito tempo por ter feito algo errado que exigia provações. “Ele, então, disse: “Não, foi apenas porque Deus a quis refinar um pouco mais”. Lembro-me de ter pensado na ocasião: “Se uma mulher com tantas qualidades precisou desse refinamento, o que será que me aguarda?”
Se tivermos fé em Jesus Cristo, os momentos mais difíceis bem como os mais fáceis da vida podem ser uma bênção. Em todas as condições, podemos escolher o certo com a orientação do Espírito. Temos o evangelho de Jesus Cristo para moldar e guiar nossa vida, se assim decidirmos. E com profetas que nos revelam nossa posição no plano de salvação, podemos viver com perfeita esperança e um sentimento de paz. Jamais precisamos sentir que estamos sozinhos ou que não somos amados no serviço do Senhor, porque isso nunca acontece. Podemos sentir o amor de Deus. O Salvador prometeu anjos a nossa esquerda e a nossa direita para nos suster.10 E Ele sempre cumpre Suas promessas.
Testifico que Deus, o Pai, vive e que Seu Filho Amado é nosso Redentor. O Espírito Santo confirmou a verdade nesta conferência e o fará novamente, se vocês O buscarem ao ouvir e ao estudar mais tarde as mensagens dos servos autorizados do Senhor que aqui estão. O Presidente Thomas S. Monson é o profeta do Senhor para o mundo inteiro. O Senhor cuida de vocês. Deus, o Pai, vive. Seu Amado Filho, Jesus Cristo, é nosso Redentor. Seu amor é infalível. Presto testemunho disso em nome de Jesus Cristo. Amém.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Bicheiros vs Mensaleiros por Fábio Pannunzio e Reinaldo Azevedo


01/05/2012
 às 20:24

Jornalista Fábio Pannunzio demole a farsa dos subjornalistas da “BESTA” em um texto exemplar

Já escrevi aqui algumas vezes que os defensores da liberdade de imprensa e da liberdade de expressão formam, sim, um grupo: são unidos pela diversidade. Seu prazer maior está na divergência. Só podem ser considerados um grupo por isto: não querem estado ou partido controlando o pensamento. Não formam uma ordem unida. O resto é pura divergência.
Abaixo, reproduzirei um post publicado em seu blog pelo jornalista Fábio Pannunzio. Temos amigos em comum, sim, mas nunca nos falamos. Não tenho nem sequer seu telefone. Leio sua página com frequência. Já discordei de muita coisa. Concordei com outras. O reino dos homens livres é assim. O que sei a seu respeito? Que ele escreve o que pensa. Para agradar a quem? À sua consciência! Isso é o que me interessa. Leria, se os houvesse, até blogueiros de esquerda que eventualmente não estivessem ocupados em justificar crimes “em nome do povo” ou que não estivessem agarrados às tetas do governo. Mas não os há.
Publicarei um texto de Pannunzio. Isso me impede de discordar dele em outro assunto qualquer amanhã ou depois? Não!!! As pessoas livres são assim. De resto, dá gosto republicar um post como o que segue porque ele escreve bem — coisa cada vez mais rara hoje em dia, com o triunfo do analfabetismo militante e supostamente bem-intencionado que invadiu o jornalismo.
Chamo aquela gente asquerosa, financiada por dinheiro publico, de JEG (Jornalismo da Esgotosfera Governista). Pannunzio crava um outro nome excelente: BESTA (Blogosfera Estatal). Leiam.
*
As penas alugadas ao petismo e a máquina de demolir reputações
O leitor que se quer bem-informado deve estar atônito com a lama que escorre no entorno da CPI do Cachoeira. A imprensa brasileira - aí compreendidas todas as publicações, nos veículos formais e também na internet - parece ter sido tomada por escribas ora a serviço da quadrilha do bicheiro Cachoeira, ora a serviço da quadrilha do mensaleiro Zé Dirceu.  A disputa nas várias mídias parece ser em torno de quem representa melhor os interesses espúrios das hordas de bandidos que se acercaram do Poder.
O grande esforço da BESTA (Blogosfera Estatal), neste momento, é para comprovar que a Revista Veja, na pessoa de seu editor Policarpo Jr., estava a serviço do submundo da espionagem e à disposição da interface parlamentar da organização, capitaneada pelo ainda senador Demóstenes Torres.
Do outro lado, jornalistas de grandes veículos e blogues a eles vinculados (chamados de PIG pela BESTA) tentam desmontar o jogo de manipulação de colegas regiamente pagos - e isso é inquestionável - pelo dinheiro público para mover uma campanha de desmonte da “velha mídia”, ou do jornalismo formal, como queiram.
Em meio a essa confusão, surgem outros atores, que passam a duelar publicamente, difundindo informações que põe em xeque a lisura das apurações e das intenções de seus contendores. Na contradita, os injuriados do outro lado apresentam argumentos de que seus novos desafetos estão igualmente comprometidos com uma ou outra vertente derivada do problema. E isso faz com que todos os jornalistas pareçam iguais aos olhos do público, o que não é verdade.
Vou tratar aqui do caso Policarpo. Há cerca de um mês o editor de Veja em Brasília está sob fogo cerrado. Primeiro, falava-se que ele tinha trocado cerca de 200 telefonemas com os arapongas de Carlinhos Cachoeira. Se não serviu para condená-lo definitivamente, a quantidade de conversas apresentadas o incriminava de maneira contundente. Nada, além de suposições perniciosas, demonstrava que havia algo errado na relação entre o jornalista e suas fontes.
Quando a íntegra do inquérito contra Demóstenes vazou, uma vez mais não havia ali qualquer indício de anomalia nessas relações. O que ficou comprovado, então, foi que Policarpo recebeu informações dos arapongas de cachoeira e as utilizou em benefício do interesse público. Foi assim com a cena da propina paga a um dirigente dos Correios que despertou a fúria de Roberto Jefferson, e que serviu para desbaratar a quadrilha dos mensaleiros arregimentada por José Dirceu. Foi assim mais tarde, quando se descobriu que o “chefe da quadrilha” havia transformado a suíte de um hotel de Brasília em gabinete do governo paralelo que, sob Lula, o mesmo Dirceu continuava comandando.
A esta altura, sabe-se que os arapongas de Cachoeira comentavam em suas conversas pornográficas os resultados que esperavam advir da publicação do material que haviam fornecido ao jornalista. Isso, nem de longe, leva a qualquer indício de atrelamento entre o repórter e o esquema que os inimigos da liberdade de imprensa pretendem implodir. Apesar disso, a BESTA continua tentando colecionar elementos que possam referendar sua teoria conspiratória com recortes das gravações vazadas do inquérito da PF.
Ao mesmo tempo, o que se pode comprovar é que o time que ataca o jornalismo formal - ele mesmo composto por jornalistas que perderam espaço da grande imprensa e ocupam hoje posições terciárias em veículos aparelhados pelo pior do petismo - está claramente comprometido com um lado do problema.
E os interesses podem ser vistos a olhos nus, sem a necessidade de lentes ideológicas ou doutrinárias. É o caso notório do chefe da claque da BESTA na internet, Paulo Henrique Amorim, cujo discurso paranoico é financiado por empresas estatais como o Banco do Brasil, a CEF e a PETROBRAS. A respeito disso, o Blog do Pannunzio descobriu que, só em contratos  firmados com a CEF, o governo Tarso Genro e os Correios, Paulo Henrique Amorim se transformou num gênio financeiro da “nova mídia”, com faturamento de quase R$ 1 milhão desde o ano passado. As informações foram confirmadas por fontes oficiais e não houve nenhuma contestação ou desmentido.
O trabalho a que se propõem os arautos do fim do jornalismo, no entanto, não se limita ao ataque institucional. Para demolir a Imprensa, é preciso dinamitar reputações. É a isso que se dedicam com muito afinco os atores secundários do esquema da BESTA nesse dias de conturbação absoluta.
A investida não constitui propriamente uma novidade. O método é o mesmo de 2009, quando a organização que chamo de BESTA criou seu know-how de injuriar em série. A estratégica consiste em repercutir ao máximo “informações reveladoras” que um dos militantes “descobre” invariavelmente na internet, em investigações pífias e cheias de problemas éticos, até que o assunto “denunciado”se transforme em “verdade absoluta” e, em seguida, em fato político. É sempre assim, não importando se o objeto da denúncia é ou não verdadeiro - ou quiçá verossímil.
Uma das primeiras vítimas do esquema dos detratores profissionais da BESTA foi o jornalista Heraldo Pereira. Em maio de 2009, ele ocupou a posição em que hoje está Policarpo Jr. A história vem sendo contada por este blog desde então. Sinteticamente, Heraldo foi acusado de trabalhar para o então presidente do STF, Gilmar Mendes, que era a quem se pretendia atingir. As “provas”contra ele foram coletadas pelo site Cloaca News, organizadas em formato de reportagem por Luis Carlos Azenha e, na sequência, passaram a servir como munição para Paulo Henrique Amorim atacá-lo até a insanidade das injúrias raciais, que já lhe custaram uma indenização de R$ 30 mil e um recalcitrante pedido de desculpas publicado em dois grandes jornais brasileiros.
Para construir a série de injúrias, a BESTA ignorou pressupostos elementares do Código de Ética dos jornalistas, como ouvir o outro lado. Isso apesar de Heraldo ter sido muito próximo de um de seus detratores - foi ele quem indicou Azenha para a Rede Manchete,  onde consolidou sua carreira. A história é contada pelo próprio Azenha, em julho de 2010, conforme o trecho que reproduzo abaixo:
Um dia, estudante em São Paulo e desempregado, passei pela entrada do Hospital das Clínicas, onde Tancredo Neves estava moribundo, e encontrei o Heraldo Pereira, então repórter da TV Manchete, que me disse que a emissora tinha vaga para repórter (àquela altura eu já tinha quatro anos de experiência em TV, o que incluía longos meses cobrindo férias na Globo de São Paulo, com muitas reportagens em jornais de rede e algumas no Jornal Nacional).
Fui contratado.
Vinte e cinco anos depois, nem a gratidão motivou Azenha a cumprir o dever ético de ouvir o outro lado antes de condenar o colega. Em seu blog, depois de apresentar como verdades as denúncias falsas dos outros blogues coligados à BESTA, Azenha escreveu o seguinte:
“Tendo em vista que Gilmar Mendes teve participação direta e decisiva na polêmica que levou ao afastamento de Paulo Lacerda da ABIN, você considera que Heraldo Pereira deveria ter revelado que é funcionário de Gilmar antes ou depois do comentário que fez a respeito de Lacerda no Jornal da Globo?”
Aí está a soma de mentiras rematadas transformada em verdade absoluta pelos inimigos da imprensa livre. O post sumiu do site de Azenha, mas ainda pode ser lido no webarchive.org. O link está aqui. As aleivosias jamais foram objeto de um desmentido. Heraldo suportou um período terrível de provações até conseguir a primeira reparação - a sentença que obrigou PHA a se retratar e a indenizá-lo. E ainda aguarda a condenação do editor do Conversa Afiada por crime de racismo, que deve acontecer antes do recesso forense.
Hoje, é Policarpo Jr. quem está no alvo das penas alugadas da BESTA. Contra ele erguem-se suspeitas infundadas construídas sobre falaciosos recortes da investigação. Até agora, no entanto, não há uma evidência sequer de que o editor de Veja tenha oferecido qualquer contrapartida a suas fontes, muito menos que tenha de alguma forma auferido qualquer  tipo de vantagem pessoal a partir das relações com o submundo da espionagem de Cachoeira.
Para quem prometia revelações bombásticas nos “200 telefonemas”, o resultado do frenético CTRL-C/CTRL-V nos inquéritos vazados é pífio. Onde estão os elementos que levam à suposição de que Veja planejava golpear o governo Lula ? Onde estão as provas de que Policarpo era parte do esquema Cachoeira, como muitas vezes a BESTA tem sugerido e afirmado em suas copiosas páginas de aleivosias ? Simplesmente não há.
Em compensação, repito, há evidências de sobra de que a Blogosfera Estatal acumula privilégios e vantagens no acesso aos cofres da União e seus prepostos. Vantagens checadas e confirmadas por fontes limpas, que não foram nem serão objeto de contestação porque simplesmente não podem ser contestadas. Ao contrário dos sofismas da BESTA, as informações sobre o comprometimento dos escribas a mando de José Dirceu são verdadeiras e cristalinas.
Ao leitor, antes de entrar em desespero com tantas versões antagônicas sobre os mesmos fatos políticos, recomendo que façam uma triagem dessas fontes de informação. Antes de elaborar juízos de valor a partir do que se escreve, é preciso saber quem escreve e com que propósitos escreve.
Só assim será possível separar o joio da imprensa de aluguel do trigo da informação genuína.
Por Reinaldo Azevedo