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sábado, 27 de agosto de 2016

Uma Pergunta e Uma Bela Resposta

Um homem escreveu uma carta para um pequeno hotel de uma cidade do centro-oeste que planejava visitar em suas férias. Escreveu:
Gostaria muito de levar meu cachorro comigo. Ele é muito bem cuidado e muito bem-educado. Seria possível que ficasse comigo em meu quarto à noite?
Uma resposta imediata veio do dono do hotel que disse:
Administro este hotel há muitos anos. Em todo este tempo, nunca hospedei um cachorro que tivesse roubado as toalhas, as roupas de cama, os talheres ou os quadros das paredes.
Nunca tive que expulsar um cachorro no meio da noite por estar bêbado e fazendo desordem. E nunca hospedei um cachorro que tivesse fugido sem pagar a conta.
Portanto, seu cachorro é bem-vindo em meu hotel. E, se seu cachorro garantir, o senhor também será bem-vindo para se hospedar aqui.
Karl Albrecht e Ron Zenke
No livro: Canja de galinha para a alma - livro esgotado

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Os Ramos Secos



Era uma vez... um mestre jardineiro, hábil em ensinar a cultivação de flores, árvores frutíferas e de plantas ornamentais para apartamentos e jardins. Um dia, o mestre decide explicar a arte da poda. Ensina como e quando deve ser feita segundo quais parâmetros, mas, sobretudo, sublinha a sua importância. Deve ser executada com cuidado porque os ramos secos continuam a chupar linfa vital, impedindo ou atrasando o crescimento de novos brotos. Explica as diferentes técnicas de poda, das mais tradicionais às mais modernas.  
Num determinado momento, um aluno pergunta: “E o que fazemos com os ramos secos?” O docente, devolvendo a questão aos alunos pergunta: “O que vocês fariam?” Um deles responde dizendo que escolheria os ramos mais bonitos utilizando-os em composições de flores secas. Outro diz que com os ramos menores faria húmus, presenteando com as maiores um amigo que tem por hobby esculpir em madeira. Um outro os usaria para acender o fogo. Outro usaria os ramos mais fortes como apoio para outras árvores ou para construir andaimes.
Até que o mestre percebe que um dos alunos não participa da discussão, parece imerso em seus pensamentos. Educadamente, dirige-se a ele, perguntando em que pensava. Ele responde que pensava em seu avô, que desperdiçou seu talento de jardineiro tentando cultivar ramos secos. Colocava alguns na água com adubo, outros diretamente na terra adubada. Dedicava todo seu tempo aos ramos secos, descuidando-se de ramos e plantas vivas e fortes. Eles foram sua grande paixão, o que, no entanto, impediu que ele se dedicasse aos brotos, que lhe teriam dado satisfação bem maior.