domingo, 8 de janeiro de 2012

O alfabeto dos sonhos



Avalie todas as estratégias para atingir os seus sonhos.
Busque os caminhos que o levarão até onde eles estão.
Considere o tempo e o nível de esforço que será necessário empreender, bem como os degraus que deverá subir e os obstáculos a serem ultrapassados.
Decida sobre como e onde começar a caminhada.
Enfrente as dificuldades sem receio e não pense em desistir dos seus sonhos.
Família e amigos serão parceiros na sua empreitada.
Ganhar etapas, uma a uma, deve ser sua prioridade a curto prazo.
Habitue-se a imaginar seu objetivo final com frequência, mantendo a prudência e a paciência para dar o próximo passo.
Ignore aqueles que tentam desencorajá-lo.
Jamais confunda desejo com necessidade. Certifique-se, para assegurar-se com certeza daquilo que deseja.
Leia, estude e aprenda sobre tudo o que é importante e que possa contribuir e facilitar o percurso do caminho.
Melhore cada vez mais as suas habilidades. Elas poderão ajudá-lo a encontrar atalhos pelo caminho.
Não tente ganhar tempo ultrapassando etapas. Suba um degrau de cada vez.
Obtenha mais paz e harmonia evitando fontes, pessoas, lugares, coisas e hábitos negativos que só atrapalham.
Prepare-se para as quedas no caminho, o mau tempo e para os momentos em que poderá estar perdido no caminho.
Quem coloca seu coração nos seus objetivos, alcança-os com mais facilidade, pois o resto basta ir levando.
Recomece tudo outra vez, se for preciso, mas, não perca, jamais, os seus sonhos de vista.
Saiba que não basta dizer a si mesmo: "vou conseguir". É preciso acreditar nisso.
Tenha a certeza de que, com todos esses passos, você vai conseguir chegar onde deseja.
Um pouco de vento, um pouco mais de paciência e muita determinação, e conseguirá realizar os seus desejos.
Você é o único que pode achar que vai ganhar ou perder. A escolha é sua.
Xô para o desânimo e para a acomodação, que tentarão fazê-lo desistir no meio do caminho.
Zele por sua autoestima. Ame-se mais. Você vai chegar.

Sete conselhos para escrever uma resenha sem ler o livro


Muitas críticas que você lê hoje na grande imprensa foram feitas por pessoas que não leram a obra em questão por inteiro. Creio que isso acontece por três motivos: pouco tempo, pouco espaço, pouco pagamento. Tomando por base os textos que saíram sobre meus livros, acredito que apenas metade das resenhas são escritas por críticos que realmente leram a obra resenhada.

Portanto, os resenhistas têm que lançar mão de vários truques para compor seu texto. Reparei na repetição de alguns e resolvi fazer um breve manual de “Como escrever uma resenha sem ler o livro resenhado”.
Vamos aos sete passos necessários para esta não tão árdua tarefa:
1-) Se você não leu o livro, uma boa saída é contar várias curiosidades sobre ele e seu autor. Você pode encontrá-las no release enviado pela editora, na orelha e na contracapa do livro, e, é claro, na internet. Colocando várias destas curiosidades, o leitor vai pensar que você é um expert em literatura, um livre docente que defendeu tese sobre o autor em questão.
2-) É muito importante você fazer um resumo do livro. Dá a impressão de que você leu todas as suas páginas e conseguiu condensar tudo num só parágrafo. Geralmente o release já traz uma boa sinopse. Caso a editora do livro não tenha uma boa assessoria de imprensa que mande um resumo publicável, é só pedir ajuda de São Google. Porém, se você tiver o azar de ter que fazer a primeira resenha do livro, peça ao próprio autor que lhe conte a história. Lembro que certa vez fiquei mais de uma hora no telefone contando a história de um livro a um jovem repórter do finado Jornal do Brasil. Como sou ruim para contar histórias oralmente, no dia seguinte saiu uma péssima resenha sobre o livro. Mea culpa, mea maxima culpa.
3-) Faça comparações com outros livros do autor que você realmente leu. Isso dará mais substância ao seu texto. Eu, por exemplo, realmente li Fogo Pálido e Lolita. Caso não tenha lido outro livro do autor, faça comparações com livros de outros escritores. Uma crítica, certa vez, comparou o meu “Os vermes” com “Memórias Póstumas de Brás Cubas” só porque o livro de Machado é dedicado a um verme. Obviamente, um não tinha nada a ver com o outro, nem quanto a estilo nem quanto à história, a não ser o uso da palavra verme.
4-) Coloque algo que pareça uma teoria literária profunda. Não precisa ser, basta parecer.
5-) Roubei esta ideia de uma resenha anterior sobre o livro. Não tenha pudor de fazer isso. Só não esqueça de mudar algumas palavras para que o aturo do texto não perceba o furto. Por conta deste item, a primeira resenha de um livro é quase sempre a mais importante, pois muitos dos resenhistas futuros vão lê-la e repetir suas opiniões. Principalmente se não leram o livro. Isso constrói uma certa unanimidade em relação ao livro, o que é péssimo.
6-) Cite um trecho do livro. É claro que muitas vezes você só vai ter lido justamente aquele trecho, mas o leitor de sua resenha não sabe disso e pensará que você realmente escolheu uma parte especial do livro. Curiosamente, o resenhista que não lê todo o objeto resenhado quase sempre cita e comenta algo das primeiras páginas, as únicas que ele leu. Mas há que se tomar cuidado com isso. Numa crítica recentemente publicada na Folha de S.Paulo, por exemplo, o resenhista falou algo sobre a paternidade de um personagem de certo livro, informação dada no primeiro capítulo do livro. Se ele tivesse lido o segundo capítulo, saberia que o pai do personagem era outro. Ou seja, o melhor é fazer alguma afirmação neutra e colocar o trecho, sem se arriscar demais.
7-) Quanto tiver que opinar, apenas repita o senso comum que há sobre este autor. Por exemplo, se a resenha é sobre o Luis Fernando Verissimo, diga que ele é engraçado; se é sobre Rubem Fonseca, fale que seu estilo é seco; se é sobre Dalton Trevisan, declare que ele é o rei da concisão.
8-) Outro truque básico é contar a biografia do autor. É claro que na maioria das vezes ela não interessa nem um pouco à história, nem fará você gostar mais do livro ou entendê-lo melhor. Mas ajuda a encher o espaço. Além disso, também é uma forma do jornalista contar uma narrativa, pois, já que não conhece bem a história contada pelo livro, pelo menos conta a vida de seu autor.
Enfim, deixo aqui aos futuros resenhistas a minha humilde contribuição. Que talvez também tenha alguma utilidade para os leitores.
por Jose RobertoTorero Uol

sábado, 3 de dezembro de 2011


Onde Encontrar a Paz?


Onde encontrar a paz e o consolo 
Quando o mundo estiver contra mim?
Se nálma carregar dor, desconsolo
Onde encontrarei a paz sem fim?

Se me aflige a dor, se perco o alento,
Anseio por saber a quem correirei.
Quem pode aliviar o meu tormento?
Em Cristo paz real, certo terei.

Ele é meu Salvador e meu amigo,
Responde minha oração, dá-me paz.
Sempre que eu lhe pedir, virá comigo,
Para vencer o mal, forte me faz. 



Letra: Emma Lou Thayne, n.1924
Música: Joleen G. Meredith, n. 1935

Referências: João 14:27; 16:33
Hebreus 4: 14-16

domingo, 6 de novembro de 2011

Motivação: como funciona...



'Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório
formiga
e pegava duro no trabalho
fig2
A formiga era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.

Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.

E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também

uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca,

e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela
movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de
uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior)

para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada . 

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.

Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia

como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. '

Já viu esse filme?

Bom trabalho a todas as formigas!

O que as Pessoas Estão Perguntando a Nosso Respeito?

Presidente Gordon B. Hinckley
Desejo formular, da maneira mais simples que puder, minha resposta ao que as pessoas estão perguntando.
Presidente Gordon B. Hinckley
Queridos irmãos e irmãs, é uma grande honra dirigir-lhes a palavra nesta ocasião.
Ultimamente, temos sido entrevistados com freqüência pelos meios de comunicação. Como muitos de vocês sabem, apareci recentemente no programa de televisão Larry King Live. Concordei em fazê-lo porque senti que embora houvesse possíveis riscos, tratava-se de uma excelente oportunidade para falar ao mundo sobre temas que nos dizem respeito.
Durante a entrevista, Larry King perguntou-me sem rodeios: "Qual é o seu papel? O senhor é o líder de uma religião importante. Qual é o seu papel?
Respondi: "Meu papel é declarar doutrina. Meu papel é ser um exemplo para as pessoas. Meu papel é servir como uma voz em defesa da verdade. Meu papel é servir de protetor dos valores importantes para nossa civilização e sociedade. Meu papel é liderar."
Essa resposta foi dada de improviso. Eu nunca esperaria essa pergunta. Mas no espírito dessa resposta, pensei em propor-lhes hoje algumas perguntas que nos são feitas com freqüência pelos meios de comunicação e outras igrejas. A ocasião me obrigará a ser breve. Todos os temas mereceriam um discurso à parte.
Escolhi as perguntas ao acaso e não as coloquei numa ordem especial, exceto no caso da primeira delas. Minha intenção não é discutir com ninguém. Respeito a religião de todos os homens e mulheres e os admiro pelo seu desejo de vivê-la. Simplesmente desejo formular, da maneira mais simples que puder, minha resposta ao que as pessoas estão perguntando a nosso respeito.
1ª Pergunta: Qual é a doutrina mórmon concernente à Deidade, a Deus? Desde a época da Primeira Visão, as pessoas têm-nos feito essa pergunta repetidas vezes e continuarão a fazê-la, enquanto acreditarem no Deus de suas tradições, ao passo que prestamos testemunho de Deus conforme O conhecemos pela revelação moderna.
O Profeta Joseph Smith declarou: "O primeiro princípio do evangelho é conhecermos com toda certeza o caráter de Deus e saber que podemos falar com Ele, assim como os homens falam uns com os outros". (Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, sel. Joseph Fielding Smith, 1975, p. 337.)
"Cremos em Deus, o Pai Eterno, e em Seu Filho, Jesus Cristo, e no Espírito Santo." (Regras de Fé 1:1) A primeira Regra de Fé resume nossa doutrina. Não aceitamos o credo atanasiano. Não aceitamos o credo de Nicéia, nem qualquer outro baseado na tradição e nas conclusões dos homens.
O que aceitamos, como base de nossa doutrina, é a declaração do Profeta Joseph Smith, que afirmou que quando foi orar no bosque em busca de sabedoria, "a luz pousou sobre mim, [e] vi dois Personagens cujo esplendor e glória desafiam qualquer descrição, pairando no ar, acima de mim. Um deles falou-me, chamando-me pelo nome, e disse, apontando para o outro: Este é Meu Filho Amado. Ouve-O!" (Joseph Smith -- História 1:17)
Dois seres dotados de matéria apresentaram-se a ele. Ele os viu. Eles tinham a forma de homem, embora muito mais gloriosos na aparência. Ele falou com Eles. Eles falaram com ele. Eles não eram espíritos amorfos. Cada um era um personagem distinto. Eles eram seres de carne e ossos cuja natureza foi reafirmada em revelações posteriores recebidas pelo Profeta.
Todas as nossas pretensões como membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias fundamentam-se na validade dessa gloriosa Primeira Visão. Ela foi o evento inicial que instaurou esta dispensação da plenitude dos tempos. Nada que serve de base para nossa doutrina, nada que ensinamos, nada que norteia nossa vida é de maior importância do que essa declaração inicial. Afirmo que se Joseph Smith falou com Deus, o Pai, e Seu Filho Amado, tudo mais que ele ensinou é verdade. Essa é a doutrina em que se apóiam as verdades que levam à salvação e à vida eterna.
Somos cristãos? Claro que somos cristãos. Nós cremos em Cristo. Adoramos a Cristo. Tomamos sobre nós em solene convênio Seu santo nome. A Igreja a que pertencemos leva Seu nome. Ele é nosso Senhor, nosso Salvador, nosso Redentor por meio do Qual veio a grandiosa Expiação que traz a salvação e a vida eterna.
2ª Pergunta: Qual é a posição da Igreja em relação ao homossexualismo?
Em primeiro lugar, cremos que o casamento entre homem e mulher foi ordenado por Deus. Cremos que o casamento pode ser eterno por meio do exercício do poder do eterno sacerdócio na casa do Senhor.
As pessoas nos perguntam sobre nossa posição em relação aos que se consideram homossexuais. Respondo dizendo que os amo como filhos e filhas de Deus. Eles talvez tenham certas inclinações que sejam fortes e difíceis de controlar. A maioria das pessoas tem um ou outro tipo de inclinação em diversos momentos. Se eles não se deixarem levar por essas tendências, poderão levar a vida como todos os membros da Igreja. Caso violem a lei da castidade e os padrões morais da Igreja, estarão sujeitos à ação disciplinar da Igreja, assim como todos os demais.
Queremos estender a mão para essas pessoas, fortalecê-las e ajudá-las em seus problemas e suas dificuldades. Mas não podemos consentir que elas se entreguem a conduta imoral e tentem apoiar, defender e viver uma situação marital com pessoas do mesmo sexo. Permitir tal coisa seria desprezar os fundamentos extremamente sérios e sagrados do casamento instituídos por Deus e seu propósito, que é o de criar famílias.
3ª Pergunta: Qual é a sua posição quanto ao aborto?
De acordo com os Centros de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, houve mais de 1.200.000 abortos em 1995 só neste país. O que aconteceu com o nosso respeito à vida humana? Como as mulheres e os homens podem negar o grande e precioso dom da vida, de origem e natureza divinas?
Que coisa maravilhosa é uma criança. Como é lindo um bebê recém-nascido. Não há nenhum milagre maior que o da criação da vida humana.
O aborto é algo vil, degradante, algo que inevitavelmente traz remorso, pesar e dor.
Embora condenemos o aborto, não nos opomos quando a gravidez resultar de incesto ou estupro, quando a vida ou a saúde da mãe, conforme avaliação de autoridade médica competente, estiverem correndo sério perigo ou quando o feto, conforme avaliação de autoridade médica competente, apresentar defeitos graves que não permitam ao bebê sobreviver após o parto.
Mas esses casos são raros e a probabilidade de acontecerem é muito reduzida. Nessas circunstâncias, aqueles que se deparam com essa difícil decisão devem consultar seus líderes eclesiásticos locais e buscar ao Senhor de todo o coração e receber uma confirmação por meio da oração antes de qualquer medida.
Há uma maneira bem melhor.
No caso em que o pai abandonar a mãe da criança e se recusar a casar-se com ela, há a grata opção de entregar-se o bebê para ser adotado por pais que o amarão e cuidarão dele. Há muitos desses casais em bons lares que desejam um filho mas não podem tê-lo.
4ª Pergunta -- Qual é a posição da Igreja em relação à poligamia? Recentemente nos defrontamos com vários artigos de jornal com esse tema. O assunto foi trazido à tona por causa de um possível caso de maus-tratos a crianças por parte de praticantes do casamento plural.
Desejo declarar categoricamente que esta Igreja nada tem a ver com os que estão praticando a poligamia. Eles não são membros da Igreja; em sua maior parte, nunca foram. Eles estão violando a lei civil. Eles sabem que estão violando a lei e estão sujeitos às respectivas penalidades. Esse assunto, portanto, está completamente fora da jurisdição da Igreja.
Se algum de nossos membros for descoberto praticando o casamento plural, será excomungado, a penalidade mais séria que a Igreja pode impor. Quem estiver envolvido nessa prática estará violando frontalmente não só a lei civil, mas também a lei desta Igreja. Uma das Regras de Fé deixa isso bem claro quando diz: "Cremos na submissão a reis, presidentes, governantes e magistrados; na obediência, honra e manutenção da lei". (Regras de Fé 1:12) Não se pode obedecer e desobedecer à lei ao mesmo tempo.
Não existe o que alguns chamam de "fundamentalistas mórmons". Há uma contradição no uso simultâneo dos dois termos.
Há mais de um século, Deus revelou claramente a Seu profeta, Wilford Woodruff, que a prática do casamento plural deveria ser abolida, o que significa que agora ela é contrária à lei de Deus. Mesmo em países em que a lei civil ou religiosa permita a poligamia, a Igreja ensina que o casamento deve ser monogâmico e não aceita como membros os que praticam o casamento plural.
5ª Pergunta -- A que vocês atribuem o crescimento da Igreja?
Estamos crescendo. Estamos crescendo de maneira maravilhosa. Considerando juntamente o batismo de filhos de membros e de conversos, estamos recebendo cerca de 400.000 novos membros por ano. Esse crescimento representa cerca de 4% do nosso total, atualmente dez milhões, o que é excepcional para a Igreja.
As pessoas estão em busca de um alicerce seguro num mundo de valores vacilantes. Elas querem algo a que se agarrar ao verem a desestruturação do mundo a sua volta.
Elas são bem recebidas como recém-conversos e sentem-se em casa. Sentem o amor e carinho dos santos para com elas.
Elas são chamadas ao trabalho. Recebem responsabilidades. São levadas a sentir-se parte desta obra, que é a obra de Deus, que avança de maneira incessante e grandiosa.
E, obviamente, temos missionários para ajudá-las em sua busca da verdade.
Elas logo percebem que se espera muito delas como santos dos últimos dias. Elas não se ressentem disso. Correspondem às expectativas e sentem-se bem. Esperam que sua religião seja exigente, que peça mudanças em sua vida. E elas satisfazem as exigências. Prestam testemunho das grandes bênçãos recebidas. São entusiásticas e fiéis.
6ª Pergunta -- E os maus-tratos ao cônjuge e aos filhos? Condenamos veementemente os maus-tratos de qualquer natureza. Censuramos o tratamento verbal, físico, sexual ou emocionalmente ofensivo à esposa e aos filhos. Nossa proclamação a respeito da família declara: "O marido e a mulher têm a solene responsabilidade de amar-se mutuamente e amar os filhos, e de cuidar um do outro e dos filhos.( . . . ) Os pais têm o sagrado dever de criar os filhos com amor e retidão, atender a suas necessidades físicas e espirituais, ( . . . ) O marido e a mulher -- o pai e a mãe -- serão considerados responsáveis perante Deus pelo cumprimento dessas obrigações". (A Liahona, janeiro de 1996, p. 114.)
Estamos fazendo tudo a nosso alcance para eliminar esse terrível mal. Quando todos reconhecerem a igualdade que deve existir entre marido e mulher, quando todos se derem conta de que cada criança que nasce no mundo é um filho de Deus, aí terão um senso maior de responsabilidade para educar, ajudar e amar mais intensamente aqueles que estão sob sua responsabilidade.
Nenhum homem que maltrate sua esposa ou seus filhos é digno do sacerdócio de Deus. Nenhum homem que maltrate sua esposa ou seus filhos pode ser considerado um membro digno da Igreja. Os maus-tratos contra a esposa e os filhos são uma ofensa gravíssima diante de Deus, e quem agir dessa forma deve receber ação disciplinar da Igreja.
7ª Pergunta -- Como a Igreja financia suas atividades? O irmão Faust tratou desse assunto com muita competência hoje. As pessoas de fora perguntam-se como conseguimos fazer tantas coisas. Elas falam e escrevem a respeito da Igreja referindo-se a grandes riquezas e bens fabulosos.
É verdade que temos bens. Temos casas de adoração em todo o mundo. Estamos construindo um grande número delas todos os anos. Mantemos um grande programa de ensino superior, seminário e instituto. Temos recursos de história da família invejáveis. Dirigimos uma organização missionária extraordinária, o que implica custos de manutenção de casas de missão e outras instalações, sem falar nos custos para manter os missionários em campo, que são responsabilidade dos próprios missionários e respectivas famílias. Mantemos vários outros programas, e todos exigem dinheiro.
Todas essas atividades consomem dinheiro, em vez de produzir. O custo para manter esta Igreja é muito elevado. Suas operações no mundo todo são financiadas pelos dízimos consagrados dos membros fiéis. Que princípio admirável e glorioso é a lei do dízimo! É tão simples de se entender e seguir. É a lei financeira do Senhor.
Agradeço ao Senhor do fundo do coração pela fé dos que pagam seu dízimo honesto. Eles ficam mais pobres por isso? Testificamos que de alguma forma, na Sua divina providência, o Senhor nos recompensa, e o faz generosamente. Não se trata de um imposto. É uma oferta voluntária feita de maneira confidencial. É um princípio que traz consigo uma promessa extraordinária. O Senhor afirmou que vai "abrir as janelas do céu, e ( . . . ) derramar ( . . . ) uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a [recebermos]". (Malaquias 3:10) Essa é a promessa Dele. Ele tem a capacidade de cumprir essa promessa. E presto meu testemunho de que Ele o faz.
Bem, disse tudo que o tempo me permitiu. Poderia tratar de vários outros assuntos. Essa foi apenas uma amostragem das perguntas feitas a nosso respeito por um mundo curioso.
Temos de saber, todos nós que aceitamos as doutrinas desta Igreja, que esta é obra de Deus, dirigida pelo Senhor Jesus Cristo, saber que ela é conduzida de acordo com Seu plano e Seu padrão e que traz consigo Suas bênçãos.
Por que somos um povo tão feliz? É por causa de nossa fé, da doce certeza que temos no coração de que nosso Pai Celestial, que está à frente de tudo, velará por Seus filhos e filhas que andarem com amor e gratidão diante Dele e forem obedientes. Sempre seremos um povo feliz se conduzirmos nossa vida dessa forma. O pecado nunca foi felicidade. A transgressão nunca foi felicidade. A falsidade em palavras e ações nunca foi felicidade. A felicidade reside na obediência aos ensinamentos e mandamentos de Deus nosso Pai Eterno e Seu Filho Amado, o Senhor Jesus Cristo.
Como já disse deste púlpito antes, irmãos, nós amamos vocês. Nós os amamos por sua fé e bondade. Nós os amamos pela sua disposição de fazer tudo que lhes é pedido. Nós os amamos por sua obediência à vontade do Senhor.
Com o conhecimento de que esta obra é verdadeira, sigamos em frente, todos nós. Renovemos nossos esforços de revestir-nos de toda a armadura de Deus e confiemos Nele. É minha humilde oração em nome de nosso Redentor, o Senhor Jesus Cristo. Amém.