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sexta-feira, 24 de junho de 2011

O sucesso consiste em não fazer inimigos!




Nas relações humanas no trabalho e no convívio social, existem apenas 3
regras:


Regra número 1: Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance
de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo
à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não
adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita
se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: se você
estendeu a mão para cumprimentar alguém ou fez algum favor em 1997
e a pessoa ignorou sua mão estendida e seu favor, você ainda se lembra
disso em 2007 e quiçar, para o resto da vida.


Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo,
enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um
investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo
prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.


Regra número 3: Um(a) colega não é um(a) amigo(a). Colega é aquela
pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes,
até parece o melhor amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar de
emprego ou cair em uma desgraça social.


Amigo(a) é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando
de alguma coisa, mesmo que não possa mudar a sua situação, mas estará
sempre ao seu lado.


Ex-colega que parecia amigo(a) é aquela pessoa que depois de uma
fatalidade, quer é distancia de você, nunca liga..., e quando você liga pra
dizer que você existe, simplesmente, ela manda dizer que no momento não
pode atender.


Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um
milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso
parece ótimo, mas não é. A “Lei da Perversidade Profissional e Social” diz
que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais


poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos. É trágico mas
possível.


Portanto, profissionalmente e socialmente, falando, e pensando a longo
prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos,
porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são
exatamente aqueles que têm boa memória.
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