quinta-feira, 3 de março de 2011

Abertura de Terra da Capela da Ala Ipiranga

Pres. Aimoré, Dep. Valdivino de Oliveira, Eu e Pres. Prieto

O Cão e a Sobra


Um cão, com um pedaço de carne na boca, atravessava uma ponte sobre uma correnteza. Olhando para baixo, viu a própria sombra dentro d'água. Pensando que o reflexo era um outro cão, com um pedaço maior de carne na boca, decidiu roubá-lo e, para tanto, abriu as mandíbulas. O pedaço de carne caiu na correnteza e lá se foi . . .
Quem tudo quer, tudo perde.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

10 razões para o líder receber feedback




A presença do processo de feedback virou uma prática constante nas empresas que se ao colaborador saber o que se espera dele. Através do feedback é possível estimular os profissionais a desenvolverem novas competências que agreguem valor estratégico ao negócio. Geralmente, o processo é conduzido pelo gestor porque ele é quem está em constante contato com a equipe. Mas, e quando a situação tomar outra vertente: a liderança recebe o feedback de sua performance? Será que realmente é importante o líder também receber um retorno sobre suas atividades? A resposta é afirmativa, pois todos que atuam no ambiente organizacional precisam acompanhar as tendências globalizadas e, dessa forma, dar o melhor de si. Confira dez motivos para que os gestores também tenham um feedback do seu próprio desempenho.
1 - Ao receber um feedback da sua atuação, o gestor passa a entender melhor o que os seus liderados sentem quando têm um retorno da empresa em relação às suas performances individuais.

2 -
 Quem tem a oportunidade de ser o foco do feedback, compreende o processo em suas etapas e resultados. Ficar apenas no papel de avaliador é bem mais fácil do que ser avaliado.

3 -
 A partir do momento em que o gestor tem uma avaliação do seu trabalho, ele identifica como suas ações e seu comportamento impactam no desempenho individual e coletivo dos seus liderados.

4 - Qualquer profissional necessita ter uma ideia clara do que a empresa espera dele, uma vez que isso permite que sejam identificados seus pontos fortes, bem como os que precisam ser trabalhados. Isso o remete ao desenvolvimento de competências sejam técnicas ou comportamentais.

5 - Quando um líder recebe uma devolutiva sobre sua gestão, se passa a entender o que a organização espera dele e de que maneira é possível atender ou superar essas expectativas.

6 - Seja positivo ou considerado negativo o feedback recebido, a liderança tem oportunidade para reavaliar posicionamentos adotados no seu dia a dia e quebrar paradigmas. Ou seja, abrir espaço a novos recursos ou metodologias que podem aprimorar sua atuação.

7 -
 O feedback é um importante instrumento que estimula a pessoa a se manter longe da zona de conforto - um dos principais responsáveis pela estagnação do profissional.

8 - Ao ter em mãos a avaliação da sua performance o líder pode traçar novas perspectivas para sua carreira, inclusive em relação ao seu crescimento na empresa como também no que se refere à própria empregabilidade em um mercado extremamente competitivo.

9 -
 Muitas pessoas que participam do processo de feedback, ao tomar conhecimento de seu desempenho sentem-se estimuladas a superar desafios. Quando isso ocorre, muitos vão a buscar o autodesenvolvimento, além de ficar atento às oportunidades de desenvolvimento que a empresa oferece através da área de T&D.

10 - O feedback, quando bem conduzido, gera benefícios significativos no comportamento das pessoas. Ao passar por um processo de avaliação do seu desempenho, há líderes que passam a lembrar que não existem detentores da verdade. Diariamente, todos podem aprender algo em comunhão com sua equipe. Isso, inclusive, estreita o relacionamento entre líder-liderados e, geralmente, culmina em melhorias de desempenho.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Dez benefícios do Empowerment




Em um processo de gestão participativa as organizações preparam seus profissionais para assumirem responsabilidades que antes eram centralizadas. Hoje, encontramos empresas que permite e estimulam os colaboradores a tomarem iniciativas, diagnosticarem os problemas e apresentarem soluções. Essa tendência que cada vez mais se torna presente no dia a dia das empresas tem um nome: empowerment. Confira alguns dos benefícios que esse processo gera ao ambiente corporativo.
1 - Ao terem a liberdade de tomarem iniciativas, os colaboradores diagnosticam os problemas referentes à organização, diagnosticam os motivos e apresentam soluções.
2 - Quando um problema corporativo é identificado rapidamente, as chances de encontrar soluções imediatas podem levar a empresa a não entrar em um "buraco negro", que comprometa seriamente o negócio.
3 - Um profissional que tem abertura para tomar decisões sente-se valorizado pela organização em que atua e isso impacta diretamente nos indicadores motivacionais.
4 - Aumento de indicadores como responsabilidade e comprometimento dos profissionais, alinhados aos valores, às crenças e aos resultados da companhia.
5 - Estímulo significativo à sinergia entre os colaboradores da empresa, o que resulta em um ambiente de trabalho na agradável para as pessoas.
6 - O empowerment torna-se um estímulo, para que o próprio colaborador busque o desenvolvimento de novas competências e aprimore as já existentes. Isso ocorre naturalmente, porque o profissional sente que suas decisões farão o diferencial para a empresa e para ele próprio.
7 - A pessoa que assume responsabilidades e tem a chance de adotar ações por iniciativa própria, abre as portas para que a organização avalie seus potenciais e tenha chances de crescimento interno.
8 - Abertura para o espírito empreendedor dos profissionais, um fator relevante para empresas competitivas e que entendem que o capital humano faz o diferencial.
9 - Obtenção de uma maior velocidade de resposta para os clientes da companhia e criação de um ambiente pró-ativo, o que facilita o atingindo metas desafiadoras.
10 - Uma vez que existe a delegação de poder para os profissionais, os níveis gerenciais têm mais liberdade plena para exercerem atuações nos aspectos estratégicos da empresa.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Despedida do TREMA



 
          Estou indo embora.  Não há mais lugar para mim.  Eu sou o trema.
Você pode nunca ter reparado em mim,  mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüiféros,  nas lingüiças  e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e  cinqüentas  anos.
          Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora.
 Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos!  Isso é uma delinqüência de  lingüistas  grandiloqüentes!...
          O resto dos  pontos e o alfabeto não me deram  o menor apoio...
 A letra U  se disse aliviada  porque vou finalmente sair de cima dela.
Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que  trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
          Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C  safadão que fica se passando por S  e nunca tem coragem de iniciar uma palavra.
 E também tem aquele  obeso do O e o anoréxico do I.
 Desesperado, tentei chamar o ponto final pra  trabalharmos  juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo  todas as discussões.
 Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?...
A verdade é que estou fora de moda.
Quem está na moda são os estrangeiros, é o K, o  W  "Kkk"  pra cá , "www"  pra lá.
          Até o jogo da velha,  que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria  se chamar TÜITER.
Chega de argüição,  mas estejam certos, seus  moderninhos: haverá conseqüências!
Chega de piadinhas  dizendo que estou "tremendo" de medo.
Tudo bem, vou-me embora da  língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão,  lá eles adoram os tremas.
E um dia vocês  sentirão saudades.  E não vão agüentar!...
          Nos vemos nos  livros antigos.  Saio da língua para  entrar na história!
          Adeus,
          Trema