terça-feira, 11 de junho de 2013

10 razões para o líder receber feedback



A presença do processo de feedback virou uma prática constante nas empresas que se ao colaborador saber o que se espera dele. Através do feedback é possível estimular os profissionais a desenvolverem novas competências que agreguem valor estratégico ao negócio. Geralmente, o processo é conduzido pelo gestor porque ele é quem está em constante contato com a equipe. Mas, e quando a situação tomar outra vertente: a liderança recebe o feedback de sua performance? Será que realmente é importante o líder também receber um retorno sobre suas atividades? A resposta é afirmativa, pois todos que atuam no ambiente organizacional precisam acompanhar as tendências globalizadas e, dessa forma, dar o melhor de si. Confira dez motivos para que os gestores também tenham um feedback do seu próprio desempenho.
1 - Ao receber um feedback da sua atuação, o gestor passa a entender melhor o que os seus liderados sentem quando têm um retorno da empresa em relação às suas performances individuais.

2 -
 Quem tem a oportunidade de ser o foco do feedback, compreende o processo em suas etapas e resultados. Ficar apenas no papel de avaliador é bem mais fácil do que ser avaliado.

3 -
 A partir do momento em que o gestor tem uma avaliação do seu trabalho, ele identifica como suas ações e seu comportamento impactam no desempenho individual e coletivo dos seus liderados.

4 - Qualquer profissional necessita ter uma ideia clara do que a empresa espera dele, uma vez que isso permite que sejam identificados seus pontos fortes, bem como os que precisam ser trabalhados. Isso o remete ao desenvolvimento de competências sejam técnicas ou comportamentais.

5 - Quando um líder recebe uma devolutiva sobre sua gestão, se passa a entender o que a organização espera dele e de que maneira é possível atender ou superar essas expectativas.

6 - Seja positivo ou considerado negativo o feedback recebido, a liderança tem oportunidade para reavaliar posicionamentos adotados no seu dia a dia e quebrar paradigmas. Ou seja, abrir espaço a novos recursos ou metodologias que podem aprimorar sua atuação.

7 -
 O feedback é um importante instrumento que estimula a pessoa a se manter longe da zona de conforto - um dos principais responsáveis pela estagnação do profissional.

8 - Ao ter em mãos a avaliação da sua performance o líder pode traçar novas perspectivas para sua carreira, inclusive em relação ao seu crescimento na empresa como também no que se refere à própria empregabilidade em um mercado extremamente competitivo.

9 -
 Muitas pessoas que participam do processo de feedback, ao tomar conhecimento de seu desempenho sentem-se estimuladas a superar desafios. Quando isso ocorre, muitos vão a buscar o autodesenvolvimento, além de ficar atento às oportunidades de desenvolvimento que a empresa oferece através da área de T&D.

10 - O feedback, quando bem conduzido, gera benefícios significativos no comportamento das pessoas. Ao passar por um processo de avaliação do seu desempenho, há líderes que passam a lembrar que não existem detentores da verdade. Diariamente, todos podem aprender algo em comunhão com sua equipe. Isso, inclusive, estreita o relacionamento entre líder-liderados e, geralmente, culmina em melhorias de desempenho.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Ser gentil faz diferença


Capaz de trazer felicidade e de proteger o grupo, os efeitos e motivos da gentileza são cada vez mais validados pela ciência
Quando menos esperava, a publicitária Gabriela Bianco, 33 anos, se viu no meio de uma epidemia de gentileza. “Estava em um congestionamento monstruoso, daqueles quando a gente está indo para praia no feriado”, diz. A cena era infernal: trânsito parado, calor, pessoas irritadas, buzinando, xingando, tentando ultrapassar pelo acostamento. Gabriela estava presa no carro com a mãe e a avó, as três de mau humor. Até que alguém olhou além do próprio incômodo e mudou tudo.

“Uma senhora saiu do carro ao lado com um isopor de cheio de latas de refrigerante. Ela começou a distribuir, dizendo ‘está derretendo o gelo, toma um guaraná. O trânsito está ruim, mas não tem o que fazer”, conta a publicitária. Ao ver a gentileza da colega de congestionamento, a avó de Gabriela lembrou que tinha frutas. Apareceu alguém com biscoitos. Outro ligou música altas. Logo todos começaram a trocar comidas e bebidas – um piquenique improvisado no meio da estrada.

“Não que o trânsito tenha andado, mas o clima melhorou mil por cento com a fofura daquela senhora que saiu distribuindo seus refrigerantes”, diz Gabriela. O que seria mais uma história de stress virou uma anedota, uma lição e uma tarde agradável.

Talvez você sinta que é difícil arrumar tempo na agenda para ajudar vítimas de tragédias, ou dispor de espaço e tempo para abrigar um gato abandonado. Poucos têm recursos financeiros para ajudar aquele amigo superdedicado que foi despedido a pagar a mensalidade da faculdade, até que ele arrume um novo emprego. Mas ser simplesmente gentil não custa nada. e só demanda perceber a necessidade do outro e tomar a iniciativa. O resultado dessas pequenas ações, garantem os pesquisadores, vai além do que os olhos podem ver.

O que explica

O impulso de ser gentil ou altruísta é natural ao ser humano e um importante mecanismo evolucionário, de acordo com o professor de ciência comportamental Samuel Bowles, do Instituto Santa Fé, nos Estados Unidos. Bowles está lançando “A Cooperative Species – Human Reciprocity and its Evolution” (ainda sem editora no Brasil), livro em que afirma que o ser humano é cooperativo em sua essência. “Quando grupos cooperativos se dão melhor na disputa com outros ou sobrevivem melhor a crises ambientais, o resultado é uma espécie cada vez mais colaborativa”, disse ao iG. Ele defende que mesmo arcando com um custo pessoal, a ser humano tende a ser gentil por conta dos sentimentos de orgulho e satisfação – uma recompensa estratégica para a gentileza e para o altruísmo.

As fronteiras entre gentileza, generosidade e compaixão são nebulosas. “Elas se complementam”, afirma a psicóloga Cecília Zylberstajn. “Compaixão é um sentimento. Gentileza é uma forma de se comportar, um ato. A solidariedade é valor”, afirma a psicóloga. “A pessoa gentil precisa saber observar, perceber a necessidade do outro e ter a iniciativa. Implica em perder um pouco do seu tempo e sair da sua rotina”. São comportamentos que mesmo quem já está acostumado a se dedicar ao outro precisa reaprender de vez em quando.

Há mais de dez anos, a engenheira de produção Luciana Rubim Coelho, 35 anos, se dedica a projetos assistenciais. Brincalhona e falante, sempre se aproximou com facilidade das pessoas. Contudo, em uma suas viagens para auxiliar vítimas no Haiti, precisou de mais sensibilidade e jeitinho do que o normal para quebrar o gelo. “Num orfanato, as crianças começaram a nos chamar de ‘blanco’, a palavra para estrangeiro”, conta. Junto com outros voluntários envolvidos em grandes planos para colaborar, ela percebeu o valor de uma coisa pequena: ao cantar em francês, idioma dos colonizadores, estava criando uma barreira. “Quebramos a barreira aprendendo a pedir para aprender crioulo [o outro idioma oficial do Haiti] com eles”, diz Luciana. “É questão de você fazer o que é importante para o outro, não o que é importante para você.”. Para a engenheira, esse dia é simbólico do aprendizado sobre aprender a se interessar pelo outro por pequenos gestos.

A ciência reforça que a gentileza compensa. De acordo com uma pesquisa da professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, praticar gestos de cortesia por dez semanas fez com que os participantes se sentissem mais felizes. Mais ainda: os que praticaram atitudes de gentileza variadas, como segurar a porta aberta para um estranho passar ou lavar a louça do colega de quarto, registraram níveis mais altos de felicidade do que quem repetiu o mesmo ato várias vezes. Diversos estudos ligam a oxitocina, um dos hormônios da felicidade, a atos de gentileza e altruísmo. Em um deles, Ernst Fehr, diretor do Instituto de Pesquisas Empíricas em Economia da Universidade de Zurique, demonstrou que o hormônio colabora na predisposição das pessoas em confiar dinheiro a estranhos, por exemplo.

Salvo pela gentileza

O músico Thiago Pinheiro, 29 anos, esteve numa saia-justa em que essa soma de confiança e gentileza fez toda a diferença. Hospedado na casa de um conhecido, numa viagem a trabalho para os Estados Unidos, percebeu que seu cartão de crédito estava sendo usado sem sua permissão por seu anfitrião. Ele acionou a operadora do cartão para bloqueá-lo e reportar a situação, mas com apenas 20 dólares na mão, cogitou voltar ao Brasil. Marisol Amador, amiga da família de Thiago, ficou sabendo da história e pediu a seu irmão, que mora nos Estados Unidos, que “resgatasse” Thiago. “Ele me deu 300 dólares, ofereceu hospedagem na casa dele e ainda me apresentou pessoas que viraram contatos profissionais”, diz o músico. “Para mim, a ajuda chegou anônima.” Para Marisol e seu irmão, foi apenas questão de alguns telefonemas, uma porta aberta e uma carona. Gentileza que não custou nada, mas que impactou a vida de Thiago de forma muito significativa.

A graça da gentileza é que ela é contagiosa, como mostra o caso do piquenique no congestionamento. “O maior benefício é essa capacidade de passar adiante, sem dúvida. O ser humano tem a crença do que você dá, você vai receber de volta”, afirma Cecília. Um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences mostrou que quem se beneficia de um ato de gentileza, passa adiante para outras pessoas não envolvidas inicialmente no ato. A pesquisa se baseou um jogo entre pessoas desconhecidas que recebiam dinheiro em quantidades semelhantes e podiam – ou não – cooperar com outros jogadores. De acordo com o estudo, a generosidade de uma pessoa se espalhava para três outras pessoas e, em seguida, para nove pessoas com as quais estas três interagiam e assim por diante. O aforismo de que gentileza gera gentileza, portanto, é real.

Há outro benefício indiscutível que a psicóloga aponta: ser gentil aproxima as pessoas e as tira de seu isolamento, nem que seja apenas para trocar quitutes na estrada. “A gentileza cria uma conexão humana, por mais efêmera do que ela seja. A gente nunca sabe onde uma gentileza pode levar. Pode te mostrar amores, almas gêmeas, amigos”. Qual vai ser sua próxima gentileza?

domingo, 9 de junho de 2013

Uma Metáfora: Como Vender Diamantes

Um famoso negociante de diamantes de Nova Iorque, Harry Winston, ouviu falar de um rico comerciante holandês que estava procurando uma certa espécie de diamante para acrescentar à sua coleção. Winston telefonou para ele, disse-lhe que acreditava ter a pedra perfeita e convidou-o a vir até Nova Iorque para examiná-la.
O colecionador voou até lá e Winston designou um vendedor para encontrá-lo e mostrar-lhe o diamante. Quando o vendedor apresentou o diamante ao comerciante, descreveu a dispendiosa pedra, destacando todas as suas excelentes características técnicas. O comerciante escutou-o e elogiou a pedra, mas recusou-a dizendo: "É uma pedra maravilhosa, mas não é exatamente aquilo que procuro".
Winston, que ficou observando à distância a apresentação, deteve o comerciante a caminho da porta e perguntou: "Importa-se se eu lhe mostrar aquele diamante mais uma vez?" O comerciante concordou e Winston mostrou-lhe a pedra. Porém, em vez de falar nas características técnicas, Winston falou espontaneamente a respeito da sua genuína admiração pelo diamante e de sua rara beleza.
Inesperadamente, o comerciante mudou de ideia e comprou o diamante. Enquanto esperava que o diamante fosse embalado e entregue, o comerciante voltou-se para Winston e perguntou:
- "Por que comprei de você, quando não tive nenhuma dificuldade para dizer não ao seu vendedor?"
Winston respondeu:
- "Aquele vendedor é um dos melhores no mercado e conhece bem mais a respeito de diamantes. Eu lhe pago um bom salário por aquilo que sabe. Mas, eu teria prazer em pagar-lhe o dobro, se pudesse incutir nele algo que tenho e ele não tem. Ele conhece diamantes, mas eu sou apaixonado por eles".

Um momento no tempo



Para ponderar: 

"O que é Destino?", foi a pergunta feita a Nasrudin por um estudioso.
"Uma sucessão interminável de eventos entrelaçados, um influenciando o outro."
"Não é uma resposta muito satisfatória. Eu acredito em causa e efeito."
"Muito bem. Veja só aquilo", respondeu Nasrudin, apontando um cortejo que passava justo por aquela rua.
"Aquele homem está sendo levado à forca. Por que será? Por que alguém lhe deu uma moeda de prata que lhe permitiu comprar a faca com a qual cometeu o assassinato? Ou porque alguém testemunhou o crime? Ou foi porque ninguém o impediu de cometê-lo?"

Ótima semana amigos

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O alfabeto dos sonhos

Avalie todas as estratégias para atingir os seus sonhos.
Busque os caminhos que o levarão até onde eles estão.
Considere o tempo e o nível de esforço que será necessário empreender, bem como os degraus que deverá subir e os obstáculos a serem ultrapassados.
Decida sobre como e onde começar a caminhada.
Enfrente as dificuldades sem receio e não pense em desistir dos seus sonhos.
Família e amigos serão parceiros na sua empreitada.
Ganhar etapas, uma a uma, deve ser sua prioridade a curto prazo.
Habitue-se a imaginar seu objetivo final com frequência, mantendo a prudência e a paciência para dar o próximo passo.
Ignore aqueles que tentam desencorajá-lo.
Jamais confunda desejo com necessidade. Certifique-se, para assegurar-se com certeza daquilo que deseja.
Leia, estude e aprenda sobre tudo o que é importante e que possa contribuir e facilitar o percurso do caminho.
Melhore cada vez mais as suas habilidades. Elas poderão ajudá-lo a encontrar atalhos pelo caminho.
Não tente ganhar tempo ultrapassando etapas. Suba um degrau de cada vez.
Obtenha mais paz e harmonia evitando fontes, pessoas, lugares, coisas e hábitos negativos que só atrapalham.
Prepare-se para as quedas no caminho, o mau tempo e para os momentos em que poderá estar perdido no caminho.
Quem coloca seu coração nos seus objetivos, alcança-os com mais facilidade, pois o resto basta ir levando.
Recomece tudo outra vez, se for preciso, mas, não perca, jamais, os seus sonhos de vista.
Saiba que não basta dizer a si mesmo: "vou conseguir". É preciso acreditar nisso.
Tenha a certeza de que, com todos esses passos, você vai conseguir chegar onde deseja.
Um pouco de vento, um pouco mais de paciência e muita determinação, e conseguirá realizar os seus desejos.
Você é o único que pode achar que vai ganhar ou perder. A escolha é sua.
Xô para o desânimo e para a acomodação, que tentarão fazê-lo desistir no meio do caminho.
Zele por sua autoestima. Ame-se mais. Você vai chegar.