quarta-feira, 29 de maio de 2013

Como ter sucesso profissional com as leis de Newton

Sair da caixa e ir além da própria área de atuação é o que diferencia um grande talento hoje em dia. Saber analisar as movimentações de inovações e tirar proveito disso é muito importante para todo profissional.

Um exemplo de visão foi Isaac Newton, físico e matemático inglês, mas também astrônomo, alquimista, filósofo natural e teólogo – talvez seja mais conhecido pela história da maçã que ao cair de uma árvore sobre sua cabeça serviu de insight para a lei da gravitação universal.
“O que alguns podem não saber é que Newton foi revolucionário em vários sentidos porque ousou ir além dos padrões de conhecimento da época, pois dedicou muitos dos esforços aos estudos da alquimia, o que era proibido naqueles tempos”, explica Maristela Guimarães André, consultora do Instituto KVT – Desenvolvimento da Consciência Empresarial.
Sem dúvida, a ousadia de Newton, inclusive com ligações com a sociedade secreta rosa-cruz, fraternidade que ficou publicamente conhecida no século XVII através de três manifestos e insere-se na tradição esotérica ocidental, nos mostra o profundo caráter investigativo e criativo de seus trabalhos, e é fato que suas três leis sobre o movimento, princípio da inércia, a lei da força e o princípio da ação e reação, mudaram a ciência, mas também conseguiram o efeito notável de se popularizarem influenciando a sabedoria popular, nos ensinando princípios de comportamentos muito úteis.

Movimente-se!

A sua primeira lei diz: “Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças imprimidas sobre ele.” Ou seja, quem nunca ouviu algo parecido com: “quem fica parado é poste?”.
Da mesma maneira, se você quer que algo aconteça na sua vida, seja para impulsionar sua carreira, para alcançar suas metas e objetivos, para, como se diz, “dar um up” em tudo que faz, sabe que precisa fazer o seu movimento, direcionar sua força para o foco almejado e assim sair da inércia e imprimir sua capacidade e seu talento naquilo que faz. O que só irá confirmar a segunda lei que diz: “A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida, e é produzida na direção da linha reta na qual aquela força é impressa”.

Ainda segundo a consultora, em outras palavras, o retorno de seus esforços virá na medida do seu empenho, dedicação e comprometimento com o objetivo a serem alcançados, tanto pessoais quanto profissionais, porque as leis de Newton são universais, isto é, se aplicam às particularidades e ao todo da natureza, inclusive, a natureza humana.
O que nos leva, à terceira lei que diz: “A toda ação há sempre oposta uma reação igual, ou, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas a partes opostas”.
Ou seja, tudo aquilo que nasce com sinceridade de propósitos, com objetivos claros e verdadeiros, não só atrai oportunidades e pessoas compatíveis, como também enriquece o campo das relações e dos aprendizados, porque cada pessoa é única, e para cada uma, há aquelas que são afins e aquelas com quem temos que aprender a conviver”, conclui Maristela.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Bom Uso das Mídias Sociais Exige Presença do Líder



Todos nós sabemos que o uso das mídias sociais é inevitável e, até mesmo, algo inconcebível para ser proibido já que a presença dos smartphones e tablets está cada vez mais comum nos ambientes de trabalho. 


Neste contexto, como os líderes estão administrando corretamente o uso destas mídias?


Primeiramente, para que exista um diálogo entre líder e equipe é imprescindível à liderança compreender a importância das redes sociais, os impactos para a empresa e, consequentemente, para a equipe. “Quando o líder conseguir transmitir esses conceitos à sua equipe, desenvolvendo habilidades específicas para que utilizem a rede com eficácia, elas se tornam ferramentas poderosas de comunicação e desempenho, e não uma brincadeira ou uma simples perda de produtividade ou foco, como muitos líderes acreditam”, explica Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos e um dos cinco mais requisitados palestrantes sobre gestão de pessoassegundo o Top of Mind  de RH.
Torna-se fundamental para o gestor aprender melhor e de forma mais profunda as reais oportunidades que as redes sociais apresentam. Após isso, ele deve incentivar e treinar sua equipe para que possam explorar as redes como uma forma de ajudar seus clientes de maneira mais efetiva, promover sua marca e conseguir obter conhecimentos estratégicos e operacionais para o crescimento e alcance de seus objetivos. Proibir o uso das redes é não ouvir os próprios colaboradores, o líder precisa ir além daquele real amontoado de informações irrelevantes, ajudando a equipe a aprender a selecionar e captar os conhecimentos que são fundamentais para o negócio e para o desenvolvimento pessoal.
“O líder, ao se tornar um expert nas redes sociais, pode servir de orientação e exemplo sobre como obter melhores índices de eficácia e produtividade através das mídias sociais.” enfatiza Carmello.

Redes sociais a favor da empresa

Além do foco na equipe, quem lidera deve saber exatamente o que quer realizar com sua marca dentro de uma rede social, ou seja, entender que ficar fora da internet ou ser sensível a críticas é um dos maiores erros de se trabalhar nesse mercado. “As pessoas vão falar da marca, vão criticar, vão elogiar, vão sugerir mudanças, vão falar que foram mal atendidas no SAC ou no ponto de venda e a empresa deve estar preparada para tudo atender a demanda”, explica Felipe Morais, Diretor de Novas Mídias da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).
Felipe Morais compartilha algumas dicas para o líder administrar de maneira eficiente à equipe e o uso das redes sociais:
·         Ouça seus funcionários. Eles estão no dia-a-dia monitorando o que as pessoas falam;
·         Dê liberdade para os funcionários resolverem os pequenos problemas;
·         Incentive a troca de experiências entre os departamentos para a resolução de problemas;
·         Ensine para sua equipe que redes sociais são relacionamentos;
·         Peça monitoramento e análises da equipe. Veja o que eles têm a dizer sobre o que está acontecendo e tome decisão em conjunto;
·         Não bloqueie o acesso às redes pessoais, pois os profissionais podem e devem usar para pesquisas as páginas de outras empresas. Mas, se estiver atrapalhando o trabalho, deixe claro o propósito do acesso.


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Como usar e preservar a bateria do notebook; tire suas dúvidas

Helito Bijora Para o TechTudo


Como acontece com vários produtos relacionados a informática, as baterias são cercadas de mitos. Remover ou não a bateria ao utilizar o notebook na tomada? Tem problema comprar bateria pirata? Para sanar essas e outras dúvidas, o TechTudo preparou esse artigo especial, em formato de perguntas e respostas, com as principais dúvidas a respeito das baterias e respostas objetivas.
Parte inferior do notebook (Foto: Stella Dauer) (Foto: Parte inferior do notebook (Foto: Stella Dauer))Parte inferior do notebook (Foto: Stella Dauer)
É verdade que devemos tirar o carregador da tomada quando a bateria do notebook carregar por completo?
Não. Se você tem uma tomada a disposição e não precisa de mobilidade, é preferível manter o notebook conectado à tomada. Toda bateria possui vida útil limitada pelo número de cargas. Portanto, utilizá-la sem real necessidade acarretará um desgaste desnecessário que contribuirá para o abreviamento de sua vida útil.
É necessário remover a bateria caso queiramos usar o computador ligado direto na tomada?
Não. Atualmente, as baterias de íons de lítio não possuem o efeito memória – ou vício, como é popularmente conhecido. Esse fenômeno era comum nas antigas baterias de níquel cádmio, que precisavam ser totalmente descarregada antes de iniciar uma nova recarga. Além disso, manter a bateria no computador evita que você perca seu trabalho em casos de queda de energia.
Bateria de íon-lítio para notebooks, o Li-Ion (Foto: Wikimedia Commons) (Foto: Bateria de íon-lítio para notebooks, o Li-Ion (Foto: Wikimedia Commons))Bateria de íon-lítio para notebooks, o Li-Ion (Foto: Wikimedia Commons)
Deixar o notebook ligado o tempo todo reduz a vida útil da bateria?
Se o computador estiver sempre conectado à tomada, não. A vida útil da bateria é medida pelo número de vezes em que ela atinge o 100% de carga, ou seja, o número de carga e descarga – ou ciclos, se preferir. Se o computador permanece sempre ligado à rede elétrica sem que o nível de carga da bateria seja alterado, não acarretará nenhum desgaste na bateria.
A bateria estraga se deixá-la zerar?
Sim. Quando o sistema operacional informa que o computador precisa ser conectado em uma tomada pois a bateria está sem carga, na verdade, a bateria ainda armazena uma quantidade mínima de energia para mantê-la funcional. Se você deixar a bateria descarregada guardada por um longo período de tempo, essa carga mínima de funcionamento pode ser perdida. Se isso acontecer, a bateria fica inutilizável.
Por que meu notebook não 'segura' a carga da bateria?
A vida útil da bateria deve estar no fim. Provavelmente ela já atingiu o número de ciclos (recarga e descarga) suportado – algum valor entre 300 e 400. O tempo varia de acordo com o uso, mas as baterias não costumam durar mais do que dois anos funcionando com toda sua capacidade. Passado alguns anos, o desgaste natural faz com que a bateria não aguente mais do que alguns minutos longe da tomada. Nesse caso, a solução é apenas uma: a substituição.
1 (Foto: 1)Bateria totalmente carregada (Foto: Reprodução)
Como descartar corretamente a bateria com defeito do notebook?
Olhe o manual do notebook. Nele, o fabricante é obrigado a especificar onde a bateria – e o computador – deve ser descartado. Caso não possua mais o manual, essa informação também pode ser encontrada no site da empresa. O local de descarte geralmente é um centro de assistência técnica autorizada. Jamais desmonte uma bateria ou a descarte no lixo doméstico.
Tem problema comprar uma bateria 'pirata'?
Se a bateria atende todas as especificações técnicas do fabricante, não. Para descobrir esses dados, remova a bateria original do seu computador e observe a tensão elétrica (voltagem) e a corrente elétrica, tanto de entrada quanto de saída, e compare com as especificações da bateria que pretende comprar. Se todos os dados baterem, a bateria é totalmente compatível. Caso contrário, melhor não arriscar.

domingo, 26 de maio de 2013

Os 9 perfis de difícil convivência no trabalho

Autor: Caio Lauer


O chefe mandão, a fofoqueira, o “fura-olho” e o invejoso. Estes são alguns estereótipos de profissionais que estão presentes em muitas empresas, e que nenhum de nós gostaria de conviver. Mas a verdade é que eles existem (e muito!), fazendo com que o relacionamento interpessoal seja mais um desafio em nossas carreiras.

Empresas quem têm uma comunicação transparente tendem a sustentar poucos indivíduos com comportamentos negativos. Normalmente, organizações que possuem missão, visão e valores bem definidos acabam eliminando as pessoas de difícil convivência. “É importante mencionar que estamos falando de caráter profissional. O lado pessoal pode ser totalmente diferente do que é expresso no dia a dia de trabalho”, enfatizaMaurício Seriacopi, consultor empresarial e coach. Para ele, as pessoas podem se transformar negativamente no ambiente de trabalho, seja por questão de autoridade, descontentamento ou cobiça.
Atualmente os recrutadores conseguem identificar através das dinâmicas e entrevistas por competências se o candidato tem alguma característica que possa atrapalhar o ambiente da empresa. Para Mariella Gallo, especialista em coaching, tudo isso depende da solicitação da empresa, pois esta pode exigir profissionais mais ambiciosos ou autoritários, e que podem passar por cima de determinadas situações, por exemplo.
Confira, abaixo, os 9 perfis de difícil convivência no trabalho:

O chefe holofote

Se dá tudo certo: “Eu que fiz”. Se errado: “Eles fizeram”. Não compartilha os bons resultados com a equipe, tampouco é capaz de fazer elogios. Toda ação que pode lhe render visibilidade tem seu apoio, independente se será benéfico para a equipe ou até para a organização.
Como lidar: Tente aproximar-se mais (sem se tornar um puxa-saco) e demonstre, aos poucos, que uma equipe competente é o reflexo de quem a comanda. Assim, ele será ainda mais valorizado por formar profissionais competentes.

O chefe partidário

Vive dizendo que não tem nenhum privilegiado, mas na prática, além de ter seus favoritos, faz de tudo para protegê-los e promovê-los. E mais, sempre que possível, emprega amigos e conhecidos.
Como lidar: Nem sempre mostrar-se solícito e “amiguinho” irá trazer segurança e melhor tratamento. Não abra mão de seus princípios e convicções. Procure uma nova colocação no mercado.

O chefe barriga

Finge ser descentralizador, mas na verdade empurra com a barriga e “delega” para que outros façam. Dois grandes motivos para essa atitude, ocorre por puro desinteresse e por falta de competência.
Como lidar: O melhor nesta situação é tirar proveito e absorver o máximo de conhecimento e aprendizado que lhe servirão para uma promoção interna ou enriquecimento de seu currículo em novas oportunidades.

O ladrão de ideias

É aquele que se aproxima, geralmente enaltecendo suas qualidades para gerar estímulos na criatividade e assim, se apodera das ideias.
Como lidar: Analise se os elogios são coerentes e cabíveis. Ao elaborar uma ideia, não a passe por completo e, se possível, diga que pensará e o procurará quando encontrar uma sugestão.

O telhado de vidro

Sempre tem solução para todo e qualquer problema. Faz uso da máxima “se eu fosse fulano…”, mas quando tem a autonomia, encontra justificativa para não fazer nada e a frase passa a ser “veja bem, não é tão simples assim…”.
Como lidar: Procure não dar concordância às suas ideias. Se pedir sua opinião, apenas diga algo como: “Não tinha visto por esse ângulo, vou analisar melhor…”.

O bipolar arrependido

Chega pela manhã totalmente simpático e solícito. De repente, volta do almoço como se tivesse comido um pote de pimenta com suco de limão sem açúcar. Torna-se mal humorado, agressivo e intolerante. Quando termina a crise, passa a tratar as pessoas como se nada tivesse acontecido ou que foi um pico de estresse e que não mais se repetirá.
Como lidar: Não bata de frente nos momentos críticos. Quando restabelecida a “normalidade” tente demonstrar, com muita sutileza, como foi constrangedor e desagradável passar por aquela situação. Utilize-se de metáforas e parábolas.

O psicopata corporativo

Esse é o mais ardiloso de todos. Quando em grupo, age com muita simpatia e sorriso. Pessoas que não convivem no dia a dia, ficam quase hipnotizadas e encantadas. No entanto, quando está só, tornar-se irreconhecível, com atitudes de crueldade e exploração, principalmente se for líder. Enquanto atende ao telefone chama a pessoa de “querida” e ao desligar, cospe cobras e lagartos.
Como lidar: Evite ao máximo ficar a sós. No entanto, se inevitável, documente todas suas solicitações e acordos. Seja hábil em reuniões e levante questionamentos que gerem subsídios para desmascará-lo.

O (hiena) Hardy

“Oh vida, oh céus, oh azar…” Pessimista, vive reclamando de tudo e todos. Considera-se o maior perseguido e injustiçado do mundo. Se o dia de hoje está ruim, amanhã será pior.
Como lidar: Pouco há para se fazer. Demanda de um esforço coletivo em contagiá-lo com pensamentos e atitudes positivas. Porém, se não houver mudança no comportamento, o melhor é distanciar-se.

O (síndrome de) Gabriela

“Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim…” Julga-se a pessoa mais sincera e transparente. Fala o que pensa sem medir as palavras e consequências. Quando alguém tenta aconselhar-lhe para tentar mudar, responde: “Quem quiser gostar de mim, que seja desse jeito”.
Como lidar: Mesmas maneiras com o “Hardy”. Acrescenta-se uma dose extra de paciência e, quando possível, procurar pedir para que não seja impulsivo e que experimente ver as coisas por outro prisma exercitando a empatia.



Fonte: Os 9 perfis de difícil convivência no trabalho | Portal Carreira & Sucesso 

sábado, 25 de maio de 2013

Sinais que revelam se você está desmotivado no trabalho

Se pararmos por apenas cinco minutos para fazermos uma breve retrospectiva das pessoas que de alguma forma já participaram do nosso dia a dia de trabalho provavelmente será preciso muito mais do que duas palmas das mãos. No decorrer da nossa carreira, não importa a idade que tenhamos, vamos observar que encontramos pessoas que se destacaram dos times, enquanto que outras, apesar de terem as acesso às mesmas oportunidades dentro da empresa sempre apresentaram sinais de que a insatisfação é uma constante. Vários são os fatores que podem levar a pessoa a perder o estímulo de fazer parte de uma empresa. Contudo, é bom lembrarmos que isso não é saudável nem para a organização e tampouco para o próprio profissional que fica desmotivado, uma vez que ele também é diretamente prejudicado. Confira abaixo as características de um profissional desmotivado. E se você apresenta alguns desses sinais, fique atento para que com o passar dos anos sua carreira não seja considerada uma "perda de tempo".

1 - Quem está desmotivado com o trabalho, acorda todos os dias com a impressão de que "o hoje" sempre será uma verdadeira segunda-feira daquelas. Ou seja, o pior dia da semana é sempre aquele que abrir os olhos, lembra que precisa levantar e ir para o trabalho. Essa rotina torna-se um sacrifício cada vez mais pesado!

2 - Não existe coisa mais complicada para um profissional quando surge aquele questionamento: "O que eu estou fazendo aqui, nessa empresa?". Quem não encontra a resposta para essa pergunta e não compreende valor da sua presença para a vida da empresa, dificilmente se sentirá motivado para exercer suas atividades.

3 - Por mais que a empresa ofereça oportunidade de desenvolvimento, nada parece motivá-lo a participar e tudo é perda de tempo. Se essa é a impressão que você tem sobre as oportunidades de aprendizado que surgem no dia a dia, é um sinal de alerta de que algo está muito errado no campo profissional.

4 -
 Há ainda aquelas pessoas que procuram desfaçar a falta de motivação e quando surgem cursos, treinamentos ou ferramentas que possam enriquecê-las em conhecimento, argumentam que já sabem o suficiente para cumprirem com "louvor" as atividades ligadas às suas funções. Nenhuma aprendizagem fará o diferencial na sua trajetória profissional. Esse é um pensamento de alguém dominado pela desmotivação.

5 - 
Como o desmotivado é contagiado pelo desânimo, ele se torna um opositor a qualquer novo processo de mudança e faz questão de defender a "bandeira" - "Se tudo sempre foi feito assim, por que mudar? Vamos nos desgastar à toa!". Ele esquece de que tudo no universo se transforma e vivenciamos uma época de constantes inovações.

6 - 
Outra característica que pode sinalizar a falta de motivação de uma profissional é quando ele identifica apenas nas outras empresas o melhor local para se trabalhar, mesmo que ele não conheça a realidade vivenciada por outras profissionais. Costuma afirmar com veemência: "Qualquer lugar é melhor do que aqui!".

7 - 
O presenteísmo faz parte da sua rotina de alguém desmotivado. Ele pode estar presente fisicamente no ambiente de trabalho e ter à sua frente todos os recursos para exercer a sua atividade. Não faz mais do que o necessário, isso quando consegue. Tentar superar-se em algo é fato completamente descartado. Nunca questiona se através dos recursos oferecidos pela empresa ele pode ser um autodidata, se pode ir à busca do autoconhecimento.

8 - As pessoas desmotivadas contribuem para o aumentos dos índices de absenteísmo - uma grande preocupação de qualquer empresa, afinal o colaborador está ausente do ambiente de trabalho quando deveria estar exercendo suas atividades. A falta de motivação leva muitas pessoas a se ausentarem do trabalho por motivos justificados (problemas de saúde que surgem já a partir do fato deles conviverem em um local que provoca sensações negativas, por exemplo) ou simplesmente porque não ir trabalhar é a melhor alternativa para aquele dia que será moroso e penoso para o trabalhador.

9 - Quem está desmotivado com o trabalho não consegue esconder nem de si e nem dos outros que algo não está bem. Geralmente, as pessoas que apresentam sinais de desmotivação apresentam alteração no humor e em alguns casos, tornam-se propensos a criar conflitos e a se excluírem da equipe.

10 - Se todos esses fatores forem levados em consideração, outro indicador aparecerá no profissional desmotivado: a queda no desempenho. Quem não está feliz no trabalho não conseguirá atingir ou superar suas metas, pois cada dia vivenciado se tornará mais complicado, caso a pessoa não seja honesta consigo e tente sentar com o seu líder para encontrar a raiz do fator que o levou àquela realidade.